JONATHAN ULIEL SALDANHA


O Poço

Estreia ⁄ Coprodução

SEX 12 MAI / 21H30
SÁB 13 MAI / 18H30


Palco do Grande Auditório MO • Rivoli

7,50EUR • M/12

bilhetes

Direcção Artística, Dramaturgia, Encenação, Luz, Música Jonathan Uliel Saldanha
Dramaturgia, Computação Diogo Tudela
Dramaturgia, Arquitectura Godofredo Pereira
Dramaturgia, Encenação Catarina Miranda
Tratamento e Espacialização de Som Eduardo Magalhães
Processamento de Som Frédéric Alstadt
Desenho de Luz José Álvaro
Assistente Iluminação Renato Marinho
Emissores de Voz Catarina Miranda, Ece Canli, Outra Voz
Emissores de Gesto Daniela Cruz, Igor Bisser, Nuno Pinto, Rita Vieira, Diogo Vieira, Alunos do Balleteatro
Produção Executiva Mauro Rodrigues
Produção Administrativa Mafalda Soares
Produção SOOPA
Co-produção Teatro Municipal do Porto
Suporte DGARTES, GDA
Apoio CACE Cultural do Porto, Teatro Nacional São João
Agradecimentos Ao Cabo Teatro, Biogoma Lda, MotoLuar, Magichand, Lighting Solutions, Transportes Faria
Projeto financiado pelo Governo de Portugal — Secretário de Estado da Cultura/Direção-Geral das Artes
Duração aprox. 50 mins.
Máquina vertical de exumação acústica. 
Uma caixa negra que opera um ensaio sobre gravidade, gesto e opacidade, onde os vestígios de presenças, linguagem e ações sustentam uma paisagem intangível. O ímpeto pré-linguístico da voz e a cristalização da ação alimentam um sistema feito da ruína de nexos, a vertigem surge como única mediadora desta mecanismo de ressonância em permanente movimento. Motores iridescentes, queda livre, cintilância e vapor numa câmara de eco. 

Jonathan Uliel Saldanha é construtor sonoro e cénico, que aborda com o seu trabalho elementos de pré-linguagem, cristalização, animismo e eco. Cocriador das peças cénicas “Nyarlathotep”, “Máquina da Selva”, “Rei Trilogia”e “Del”, apresentadas em espaços como o Teatro Municipal do Porto, Accès(s) Festival e o Museu de Serralves. Compôs, desde 2010, uma série de peças para voz, electrónica e espaço ressonante. É parte da dupla de produtores Fujako, dirige o projeto HHY & The Macumbas e foi o fundador do coletivo SOOPA, editora e programadora de concertos e performance iniciada em 1999, no Porto.


• Este espectáculo desenrola-se no palco do Grande Auditório Manoel de Oliveira, do Teatro Rivoli.
• O público assiste a partir das varandas técnicas do palco, não existindo lugares sentados.
• O espectáculo não é aconselhável a pessoas que sofram de síndroma vertiginoso, claustrofobia, mobilidade reduzida, assim como a pessoas com epilepsia fotossensível, por se utilizarem luzes do tipo strob.
• Antes de aceder às varandas, por questões de segurança, os espectadores terão necessariamente de depositar os seus pertences (sacos, carteiras, mochilas, guarda-chuvas,…) no bengaleiro.
• É aconselhável o uso de calçado confortável.


JONATHAN ULIEL SALDANHA -

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