MANUEL TUR


Livro de Horas
Uma peça para um ator e um conjunto de vozes gravadas

Estreia ⁄ Coprodução

Sex 1 Jun ⁄ 21h30 & Sáb 2 Jun ⁄ 19h00


Pequeno Auditório • Rivoli

5,00EUR • M/12 

bilhetes

Direção Manuel Tur
Texto Rui Manuel Amaral
Vozes Gravadas Mário Santos, Raquel Rosmaninho, Rodrigo Santos e Teresa Arcanjo
Cenografia Ana Gormicho
Ilustrações Inês Gomes Ferreira
Figurinos Anita Gonçalves
Caracterização Ruby Kruss
Desenho de Luz Cárin Geada
Desenho de Som Joel Azevedo
Assistência de Projeto Joana Mesquita
Assistência de Cenografia José Diogo Cunha
Registo Gráfico Joel Faria
Co-Produção A Turma, Teatro Municipal do Porto e Casa das Artes de Famalicão
Duração aprox. 57min
Agradecimentos Cláudia Garrido, Francisco Moreira, José Rêgo, Rui Vieira, TNSJ e Virgínia Pereira



O que vemos pode ser um homem. Qualquer homem ou qualquer mulher, em qualquer parte.
"Ou ainda um espectro. Uma simples voz. Uma memória, uma imagem por dentro do sonho de outro homem ou de outra mulher. Talvez o pensamento vago e passageiro de um qualquer deus desconhecido. Que diferença faz? Uma mulher, um homem, um espectro, um sonho, são feitos da mesma substância e esperam. Eis a mais universal e democrática das leis: todos esperamos. Esperamos a nossa vez, como numa grande sala de espera, de paredes intermináveis. À espera de qualquer coisa extraordinária, incalculável e caprichosa. Ano após ano, desde há séculos, desde o princípio do mundo, ontem, hoje, amanhã, com os mesmos pontos, as mesmas vírgulas, como um livro já lido e do qual se conhecem os mais ínfimos pormenores. Se alguém perguntasse “o que estão a fazer aqui?”, alguém responderia “estamos à espera…” Sozinhos. À espera. Provavelmente de qualquer coisa que não seríamos capazes de reconhecer se nos aparecesse no caminho." — Rui Manuel Amaral
 


Manuel Tur nasceu no Porto, em 1985. Estudou na ACE e na ESMAE. Estreou-se profissionalmente como ator em 2003. Trabalha regularmente como diretor de atores, professor, assistente de encenação e de realização e dobrador de séries de animação e de imagem real. Dirigiu “Uma Bailarina Espe(ta)cular” - um solo para uma bailarina e uma caixa, com texto de Regina Guimarães. Encenou, para A Turma, companhia da qual é cofundador, “Tu Acreditas no Que Quiseres” a partir de Sam Shepard; “Os que Sucedem”de Luís Mestre; “O Amor é um Franco-Atirador” de Lola Arias; “Longe da Vista - um projeto sobre a despedida”; “Corpos de Combate” (a partir de relatos de mulheres traficadas) e “Retrato de Família”, com textos de Strindberg e Dea Loher.  
MANUEL TUR - © Joel Faria

© Joel Faria

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