O ANIMADOR
Estreia ⁄ Coprodução Teatro Municipal do Porto
⁄
Teatro Experimental do Porto (TEP)
⁄
Novembro
2015
Qui
26
—
Dom
29
Sinopse
“O Animador”, de 1957, é a segunda peça de John Osborne, logo depois de ter tomado de assalto a cena londrina com Look Back in Anger, em 1956, naquela que viria a ser umas das peças mais impactantes do pós-guerra britânico. Protagonizada em 1957 (e no filme de 1960) por Sir Lawrence Olivier – que buscou ali rejuvenescer a sua carreira, trabalhando com os jovens que estavam a renovar a cena londrina no Royal Court Theatre –, é uma das suas mais icónicas interpretações. O tom do texto é o de uma nostalgia corrosiva. Uma nostalgia por um tempo perdido e por uma ideia de país que se esfumou. Os ingleses do pós-guerra lamentavam o desaparecimento da noção de império, de Inglaterra Mãe, então perdida num mundo com uma geopolítica nova, bipolarizado entre as superpotências E.U.A. e U.R.S.S. A decadência do musical, as tentativas de sobrevivência e o anacronismo poético da família Rice aparecem assim como um sinal da falência de um país e do seu património cultural. Nós, por cá, hoje, sabemos bem o que isso é - ver um país a desaparecer...
Teatro Experimental do Porto (TEP) é a mais antiga companhia teatral portuguesa em funcionamento, tendo estreado o primeiro espetáculo em 1953. Sob a direção artística de António Pedro (1953-1961), o TEP foi uma companhia precursora do teatro moderno em Portugal. Entre 1998 e o final de 2009, a companhia foi dirigida por Norberto Barroca, após o que Júlio Gago assumiu essa função. Em 2012, a direção artística foi assumida por Gonçalo Amorim, encenador residente desde 2010.
Teatro Experimental do Porto (TEP) é a mais antiga companhia teatral portuguesa em funcionamento, tendo estreado o primeiro espetáculo em 1953. Sob a direção artística de António Pedro (1953-1961), o TEP foi uma companhia precursora do teatro moderno em Portugal. Entre 1998 e o final de 2009, a companhia foi dirigida por Norberto Barroca, após o que Júlio Gago assumiu essa função. Em 2012, a direção artística foi assumida por Gonçalo Amorim, encenador residente desde 2010.
Info sobre horário e bilhetes
Informação adicional
- 7,50 eur • M/12
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Duração aprox. 2h
Texto biografia autores
Ficha técnica
- Encenação Gonçalo Amorim
Tradução João Alves Falcato
Versão Cénica Rui Pina Coelho
Elenco João Pedro Vaz, Maria do Céu Ribeiro, António Júlio, Iris Cayatte, Manuel Nabais
Música The Legendary Tigerman
Cenografia e figurinos Catarina Barros
Luz Francisco Tavares Teles
Coprodução Teatro Municipal do Porto, Teatro Experimental do Porto, Teatro Nacional D. Maria II





