Cláudia Dias - © Bruno Simão

© Bruno Simão

FIMP 2018

14 Dom 21.00h

CAMPO ALEGRE Auditório

7.50€ • >14 

Cláudia Dias

Quarta-feira: o tempo das cerejas

Marionetas ⁄ Performance
Cláudia Dias - © Bruno Simão

© Bruno Simão

A peça estrutura-se na apresentação de uma linha cronológica composta tanto por factos ocorridos como por outros ainda por acontecer.  
Uma tarefa, um espaço, uma matéria e um desejo de transformação do mundo. São estas as ferramentas com que a coreógrafa Cláudia Dias e o marionetista Igor Gandra, o artista convidado desta edição, concretizam este encontro.

Cláudia Dias nasceu em Lisboa, em 1972. É coreógrafa, performer e professora. Iniciou o seu traba- lho como intérprete no Grupo de Dança de Almada. Atualmente desenvolve o projeto Sete Anos Sete Peças, no contexto do qual o TMP tem vindo a coproduzir os seus trabalhos.

Igor Gandra tem formação em teatro, dança, teatro de marionetas e objetos, filosofia e artes marciais. Em 1999 fundou o Teatro de Ferro, do qual é codi- rector artístico e encenador residente. Desde 2009 é diretor artístico do Festival Internacional de Marionetas do Porto.
Direção artística
Cláudia Dias
Artista convidado
Igor Gandra
Texto, interpretação, cenário e marionetas
Cláudia Dias
Igor Gandra

Realização plástica 
Eduardo Mendes
Oficina de construção
Igor Gandra
Cláudia Dias
Karas
Eduardo Mendes
Daniela Gomes
Nádia Soares

Desenho de luz
Nuno Borda d'Água
Direção técnica
Nuno Borda de Água
Acompanhamento crítico
Jorge Louraço Figueira
Assistente artístico
Karas
Apoio
Teatro de Ferro
Residências artísticas
O Espaço do Tempo (artista associada)
Teatro Municipal do Porto
Teatro de Ferro
Companhia de Dança de Almada Centro de Experimentação Artística
do Vale da Amoreira

Produção
Alkantara
Coprodução
Teatro Municipal do Porto
Maria Matos Teatro Municipal
Centro Cultural Vila Flor

FIMP 2018

Festival Internacional de Marionetas do Porto

Este não é só mais um ano em que o Teatro Municipal do Porto acolhe o FIMP - Festival Internacional de Marionetas do Porto. É uma edição em que se celebra um festival histórico da cidade, cujo programa se soube atualizar e adaptar aos tempos e aos públicos, dignificando e ampliando as possibilidades do teatro de marionetas e formas animadas. 
Reconhece-se essa importância à medida que também se consolidam as relações de cumplicidade com a sua equipa, admirando a capacidade de renovação e resiliência face a todas as contrariedades da sua situação atual.
O FIMP 2018 tem início no TMP com “Sans objet” da Compagnie 111 — Aurélien Bory, sobre a relação do homem e da máquina e a imagética dos robots. A mais recente criação de Cláudia Dias, “Quarta-feira: o tempo das cerejas” e o projeto vencedor da Bolsa de Criação Isabel Alves Costa, “Fogo lento”, de Costanza Givone sobem também a palco, juntamente com companhias que regressam como a de Xavier Bobés, ou as experiências multimédia da Alma d’Arame. É ano, ainda, para festejar os aniversários do Teatro de Marionetas do Porto (30 anos) e Limite Zero (15 anos), companhias estruturantes neste domínio que revelam estar de muito boa saúde. A programação complementa-se com outras atividades e desenha-se à medida das inquietações dos artistas sobre ques- tões como a passagem do tempo e os seus efeitos na nossa vida coletiva, o destino da humanidade e das suas invenções técnicas.
 
Toda a programação em
fimp.pt