NUNO CARDOSO ⁄ AO CABO TEATRO


Náufrago

Encenação de John Romão

Setembro

Qui 28 Set / 21h30


RIVOLI Palco do Grande Auditório

7,50EUR • M/12
15,00EUR BILHETE CONJUNTO / Náufrago + Subterrâneo + Apeadeiro

*O Bilhetes Conjunto inclui entrada para os 3 espetáculos
**À venda na bilheteira do Teatro Rivoli
 
 
**À venda na bilheteira do Teatro Rivoli

bilhetes

 Encenação e Espaço Cénico John Romão
Interpretação Nuno Cardoso
Pianistas Bernardo Soares, Filipa Cardoso e Marisa Silva
Dramaturgia John Romão e Nuno Cardoso, a partir de "O Náufrago", de Thomas Bernhard
Desenho de Luz José Álvaro Correia
Desenho de Som Pedro Lima
Música "The Goldberg Variations", de J. S. Bach
Produção Executiva Sandra Carneiro
Coprodução Centro Cultural Vila Flor e Casa das Artes de Ovar
“Náufrago”, de John Romão e Nuno Cardoso, parte do texto do dramaturgo austríaco Thomas Bernhard e investiga as formas como encararmos a mortalidade, refletindo sobre o indivíduo no seu confronto com as formas difusas da morte. 
No discurso um homem trancado em si revela-se o assombro que o esmaga e o conduz á morte. Como pano de fundo, as "Variações de Goldberd", de Bach, vão sendo tocadas pelas mãos de três pianistas e um nome ausente permanece como invocação: Glenn Gould. Um nome como princípio de uma história que não termina, como ideia e celebração da Arte e, paradoxalmente, da Morte que necessariamente transporta. John Romão, cujo percurso cada vez mais afirmado internacionalmente tem alimentado a sua assumida voracidade por novas abordagens e diferentes processos de trabalho, enfrenta assim Nuno Cardoso enquanto intérprete, um confronto de duas vozes habituadas a serem pouco complacentes para com quem as ouve e para com as máscaras que colocam em palco.

John Romão trabalha essencialmente no campo alargado do teatro contemporâneo e da performance. É ator, encenador e programador, baseado em Lisboa mas com uma intensa agenda internacional. Estudou Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema e frequentou o curso de teatro da Nouvelle École des Maîtres, dirigida por Rodrigo Garcia em Saragoça, Liège e Roma. A sua formação incluiu ainda a colaboração com criadores como Vera Mantero, João Fiadeiro, Wim Vandekeybus, entre outros. Começou a desenvolver o seu trabalho como encenador em 2002, contando no seu percurso com encenações como "Pasolini Is Me" (TNSJ, 2015), "Pocilga" (Culturgest, 2015), "Teorema" (Rivoli, 2014), todos a partir de Pier Paolo Pasolini, "Cada Sopro", de Benedict Andrews (Festival de Almada 2013), "Eu Não Sou Bonita, Eu Sou o Porco" (Citemor Festival 2012), entre outros. É o diretor artístico da BoCA - Biennial of Contemporary Arts. 
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