NUNO CARDOSO ⁄ AO CABO TEATRO


Subterrâneo

Encenação de Luís Araújo

Setembro

Sex 29 Set / 21h30


RIVOLI Palco do Grande Auditório

7,50 eur • M/12 
15,00EUR BILHETE CONJUNTO / Náufrago + Subterrâneo + Apeadeiro
*O Bilhetes Conjunto inclui entrada para os 3 espetáculos
**À venda na bilheteira do Teatro Rivoli

bilhetes

Encenação Luís Araújo
Interpretação Nuno Cardoso
Dramaturgia Luís Araújo e Nuno Cardoso, a partir de "Cadernos do Subterrâneo", de Fiódor Dostoiévski
Cenografia Tiago Pinhal Costa
Desenho de Luz Rui Monteiro
Sonoplastia Pedro Augusto
Direção de Produção Pedro Jordão
Produção Executiva Alexandra Novo
Direcção Administrativa e Financeira José Luís Ferreira
Design Gráfico Drop.pt
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Centro de Artes de Ovar, Theatro Circo
Duração aprox 1h15 
20 anos depois de uma experiência marcante no seu percurso, Nuno Cardoso volta como ator a “Subterrâneo”, partindo do texto homónimo de Dostoiévski, que definiu o mundo que criou nessas páginas como "estranho, áspero e louco". 
Desta vez com encenação de Luís Araújo e com uma nova dramaturgia, “Subterrâneo” é a voz de um homem acossado que se entrega a um monólogo pleno de desencontros e contradições. A peça parte de "Cadernos do Subterrâneo", ponto de viragem na obra de Dostoiévski, que antecederia e marcaria as suas principais obras, despertando de forma implacável uma nova consciência sobre o lugar do homem na sociedade e avançando para territórios não explorados da literatura, o que levaria George Steiner a considerá-lo, em termos formais, o mais decisivo texto para a modernidade literária. “Subterrâneo” é um monólogo que constantemente se reinventa como falso diálogo com interlocutores imaginários, fingindo respostas que de imediato desmonta, num jogo de espelhos onde fuga e confronto se equivalem, aqui exposto na solidão do palco. 

Luís Araújo formou-se em Interpretação pela Academia Contemporânea do Espectáculo (ACE). Em 2003 iniciou o seu percurso profissional trabalhando com o dramaturgo australiano Raimondo Cortese (Ranters Theatre) e com a companhia italiana Teatrino Clandestino. Como ator colaborou com os realizadores Edgar Pêra, Sofia Arriscado, M.F. Costa e Silva, Vasco Mendes, Emily Wardill e João Rosas ("Maria do Mar", prémio de Melhor Filme no festival Curtas de Vila do Conde 2015), com os performers Pascal Lièvre, Rodolphe Cintorino e Miguel Bonneville e com os encenadores Luís Mestre, Manuel Sardinha, Nuno Cardoso, António Durães, Fernando Moreira, Ricardo Pais, João Pedro Vaz, Nuno M. Cardoso, Carlos Pimenta, Nuno Carinhas, Jorge Pinto e Gonçalo Amorim, entre outros, apresentando os seus trabalhos em Portugal, Espanha, França, Cabo Verde e Brasil.

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