Piny

HIP. a pussy point of view.
Estreia
DDD – Festival Dias da Dança 2019

Maio

10 Sex 15.00h & 11 Sáb 15.00h


RIVOLI Sala de Ensaios

5.00€ • 1.00h • >16  

bilhetes

Conceito, coreografia e interpretação Anaísa Lopes a.k.a Piny
Sonoplastia Pedro Coquenão a.k.a. Batida
Design de iluminação Carolina Caramelo
Figurinos Veronique Divine e Piny
Olhar externo Cristina Planas Leitão e Marco da Silva Ferreira
Pesquisa de dança com Blaya, Louise L’Amour, Catarina Branco, Stella Capapelo, Carina Russo, Ariane Magri
Residências Teatro Municipal do Porto, O Espaço do Tempo, Estúdio Victor Cordon
Coprodução Teatro Municipal do Porto

A carne, a estrutura, a massa, o contentor. Grito. 
Questiona-se a hipersexualização do movimento e a obsessão com a forma, o que é tolerado, o que é deturpado, o que é proibido, o que é exibido. Nos círculos, acentuações, vibrações, tremores. Procura-se o que nos dizem as letras de músicas pop, rap, r&b, funk sem nunca as ouvirmos realmente, mascaradas no ritmo com que abanamos o corpo. Descontextualiza-se. Do privado e do público, do ritual, de antes e de hoje, tudo sem geografia definida, a não ser a do corpo. Em todos, o feminino e masculino de ser mulher num espaço social e político de poder e vulnerabilidade, na reivindicação de liberdade, diversão, prazer e dor. A reclamação do espaço do corpo, através de uma extrema exposição e competição, ou a castração e hiper-proteção do mesmo. O medo do ataque deixando o corpo à frente na luta. Pode ser um manifesto.


Anaísa Lopes a.k.a. Piny, nasceu em Lisboa em 1981. Terminou o Curso de Arquitectura em Lisboa em 2007 e de seguida a Pós-Graduação em Cenografia. Iniciou aulas de Danças do Médio Oriente em 1999 e em 2003 muda o foco para a cultura Hip Hop e forma a crew Butterliesoulfow. Em 2012 termina a Licenciatura em Dança na ESD e forma a Companhia Orchidaceae Urban Tribal - Breakdance, House, Waacking, Vogue e Tribal Fusion Belly Dance. Apresentou a sua primeira criação “Corpo (i)lógico”, no Festival de Criadores Emergentes em 2011. Coreografou a peça “Periférico” de Vhils, para a BoCA Bienal (2017). Como intérprete trabalhou com Kwenda Lima, Filipa Francisco, Tiago Guedes, Victor Hugo Pontes, Ricardo Ambrózio, Tânia Carvalho, Marco da Silva Ferreira, Raquel Castro e Cristina Planas Leitão.
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