Quarteto Contratempus

Simplex
Estreia

Junho

15 Sáb 19.00h & 16 Dom 17.00h


CAMPO ALEGRE Auditório

7.50€ • ≈1.10h • >6

bilhetes

Libreto Carlos Tê e José Topa
Composição Telmo Marques
Encenação António Durães
Intérpretes Teresa Nunes (soprano), Miguel Leitão (tenor), Crispim Luz (clarinetista), Sérgio de A (pianista), Susana Lima (violoncelista)
Direção técnica e desenho e operação de luz Mariana Figueroa
Desenho e operação de som André Leite
Conceção do projeto de ilustração Sara Feio
Animação e mapeamento da cenografia digital Hugo Mesquita
Figurinista Rita Sá
Costureira Cristina Miranda
Construção e montagem das estruturas cénicas Américo Castanheira I TUDO FAÇO I, Hélder Mota
Produção Carlos Pinto
Divulgação Joana de Belém
Teasers e imagem gráfica Hugo Mesquita
Apoio à conceção de grafismo de materiais de divulgação Cátia Lima
Repórter Geneviève chega a Vila Velha do Pinheiro a meio do discurso fúnebre do presidente da junta, Amadeu Sobral – uma homenagem a uma personalidade local.
A repórter aborda o presidente sobre os métodos revolucionários da junta – Simplex. O autarca explica as virtualidades implantadas por ele, nas quais se contam visitas ao cemitério com marcação pela internet, serviço de flores online, velas elétricas carregadas com painéis solares, uma vez que o coveiro (Arnold B. Jobs) acumula funções informáticas na junta: é um dissidente do Silicon Valley que se rendeu aos encantos da serra e é adviser do presidente em todo o género de start-ups rurais e quejandos. No fim do funeral, o presidente convida a jornalista a assistir a uma reunião do executivo. Geneviève vai-se rendendo aos encantos do progresso tecnológico de Vila Velha do Pinheiro. O presidente convida-a depois para jantar no Santelmo’s, glúten-free, à luz de candeeiros da autoria do adviser, alimentados por uma nova fonte de energia oriunda dos fagos fátuos captada numa rede implantada debaixo das sepulturas, e que alimenta também os fogões do restaurante e das respetivas cortes do gado. Durante o jantar, o presidente declara-se à jornalista. Ela recusa, rejeita-o e acusa-o de assédio sexual, ameaçando informar a imprensa. Ele pede desculpa, pois isso arruinaria o seu futuro político, já que tenciona ser delegado a um congresso do partido. No dia seguinte, na cerimónia de inauguração da mangueira autossustentável indexada aos níveis freáticos, Geneviève chega a meio do discurso. O presidente batiza a mangueira com o nome dela. Seguem-se promessas de amor... um final feliz. 


O Quarteto Contratempus é um grupo de Música de Câmara Contemporânea. Desde 2014 este coletivo tem-se dedicado à produção de Óperas de Câmara em língua portuguesa, destacando-se as produções “A Querela dos Grilos”(2015), “Os Dilemas Dietéticos de uma Matrioska do Meio”(2016) e “As Sete Mulheres de Jeremias Epicentro”(2017), em coprodução com o Teatro Municipal do Porto. Em 2018 o Quarteto foi distinguido com o 3º Prémio Nacional de Indústrias Criativas (promovido pelo Grupo Super Bock/ Serralves) e Prémio BfK (promovido pela ANI –Agência Nacional de Inovação). Nas suas mais recentes produções o Quarteto contou com apoios à Criação da Direção-Geral das Artes, Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação GDA, bem como com a parceria do Teatro Municipal do Porto.
Quarteto Contratempus  - © Luísa Freixo

© Luísa Freixo

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