Abertura, Impureza, Intensidade

Olhares em torno da obra de Marlene Monteiro Freitas

Abertura, Impureza, Intensidade

© Laurent Paillier

Foco Marlene

TMP ONLINE

Outubro

24 — 30vários horáriosSáb — Sex

CAMPO ALEGRE & RIVOLI

Conferência ⁄ Cinema
Curadoria de Alexandra Balona
Com Alexandra Balona, João Francisco Figueira, Victor Stoichita, Ana Cristina Pereira, Nadia Yala Kisukidi, João Sodré, Nuno Miranda
Preço Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete para cada uma das atividades
Transmissão online www.teatromunicipaldoporto.pt (a partir de 29 de outubro)
Informação adicional O programa disponibilizado online contempla apenas os dois momentos de indagação: (I) Imagem, Vertigem, Intensidade e (II) Abertura, Deslocamento, Opacidade; e a conferência de Alexandra Balona integrada no ciclo Olhares da Terra
Partindo de conceitos-chave que atravessam a obra coreográfica de Marlene Monteiro Freitas, o programa Abertura, Impureza, Intensidade. Olhares em torno da obra de Marlene Monteiro Freitas é composto por um ciclo de cinema que inclui obras de Jean Rouch, Chris Marker, Alain Renais, Ghislain Cloquet, João Sodré e Nuno Miranda, e por um simpósio que se desdobra em dois momentos de indagação: (I) Imagem, Vertigem, Intensidade e (II) Abertura, Deslocamento, Opacidade. No primeiro momento do simpósio, com co-curadoria de Ymago/projeto Imagens Migrantes e apoio DGARTES, convocamos pensadores que se debruçam sobre o mundo “contraditório” das imagens, cujas montagens, conscientes e inconscientes, produzem um determinado objeto artístico sobre-determinado, com intensidades, reminiscências e uma múltipla abertura de sentidos. Com foco na emoção e sobre-determinação na obra de Romeo Castellucci, João Francisco Figueira apresenta uma análise metodológica e empática que concorre para um entendimento da experiência visual da obra de Marlene Monteiro Freitas. Partindo do seu mais recente livro Des corps. Anatomies. Defenses. Fantasmes (2019), Vitor Stoichita analisa o flutuante e incessante desenvolvimento de imagens do corpo, com enfoque no rosto, um lugar por excelência de expressividade e deslocamento na obra da coreógrafa. No segundo momento, o conceito de Abertura serve-nos de mote para expandir uma reflexão decolonial com e através da obra de Marlene Monteiro Freitas. Partindo do filme Les Maîtres Fous (1955), de Jean Rouch, Ana Cristina Pereira explora as ambivalências deste cine-documentário e de outros filmes pós-coloniais relevantes para a obra coreográfica de Marlene. Por último, Nadia Yala Kisukidi parte de conceitos como implosão e opacidade para uma crítica aos modelos hegemónicos, binários e de racialização da modernidade.

Foco Marlene

TMP ONLINE

Outubro

24 — 30vários horáriosSáb — Sex

CAMPO ALEGRE & RIVOLI

Conferência ⁄ Cinema
Curadoria de Alexandra Balona
Com Alexandra Balona, João Francisco Figueira, Victor Stoichita, Ana Cristina Pereira, Nadia Yala Kisukidi, João Sodré, Nuno Miranda
Preço Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete para cada uma das atividades
Transmissão online www.teatromunicipaldoporto.pt (a partir de 29 de outubro)
Informação adicional O programa disponibilizado online contempla apenas os dois momentos de indagação: (I) Imagem, Vertigem, Intensidade e (II) Abertura, Deslocamento, Opacidade; e a conferência de Alexandra Balona integrada no ciclo Olhares da Terra
Co-curadoria (Imagem, Vertigem, Intesidade)

Apoio (Imagem, Vertigem, Intesidade)