Contingência e Necessidade

Alexandre Quintanilha
Faculdade de Ciências da Universidade do Porto

Contingência e Necessidade

© Marcel Duchamp, Network of Stoppages (1914)

Fevereiro

8/02 ter 18:30

RIVOLIPequeno Auditório

Conferência
Universidade Lusófona do Porto
Sobre O Conhecimento – Pilar da Democracia
Preço Entrada gratuita
Classificação etária 6+
Numa época em que o inesperado abalou as certezas da modernidade baseadas na ciência e na técnica, pensar a contingência e o seu oposto, a necessidade, é pensar a possibilidade que uma coisa aconteça, não aconteça, ou aconteça de outro modo, no confronto entre o imprevisível e o providencial, entre o indeterminável e o constante. Para banir o contingente, introduz-se a causalidade natural ou histórica, que releva da probabilidade – como se o real fosse ordenado –, assim como a sua constante monotorização e vigilância. O que é certo é que o contingente eclode uma e outra vez, pois quanto maior o controlo mais o contingente emerge nas sua formas mais brutais, a do acidente ou da catástrofe, ou mais leves, a da falha ou da avaria. O jogo da contingência e do seu controlo são um dos traços característicos da modernidade.

Fevereiro

8/02 ter 18:30

RIVOLIPequeno Auditório

Conferência
Universidade Lusófona do Porto
Sobre O Conhecimento – Pilar da Democracia
Preço Entrada gratuita
Classificação etária 6+