Conversa pós-espetáculo [Nova data]

No âmbito de Sexta-feira: O fim do mundo... Ou então não

Conversa pós-espetáculo [Nova data]

© Alípio Padilha

Novembro

24/11 qui 20:30

CAMPO ALEGRECafé-Teatro

Dança
com João Teixeira Lopes, Gonçalo Frota, José Reis, Shahd Wadi e Jorge Louraço
Preço Gratuito
Paralelamente à apresentação dos espetáculos, o ciclo Sete Anos Sete Peças conta também com várias conversas em torno do universo dos trabalhos de Cláudia Dias: a ligação entre artistas, pensadores, países e cidades, passado, futuro e presente, arte e ação política.

João Teixeira Lopes é licenciado em Sociologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (1992). Mestre em ciências sociais pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (1995) com a dissertação Tristes Escolas - Um Estudo sobre Práticas Culturais Estudantis no Espaço Escolar Urbano (Porto, Edições Afrontamento,1997). Doutorado em Sociologia da Cultura e da Educação (1999) com a dissertação A Cidade e a Cultura - Um Estudo sobre Práticas Culturais Urbanas (Porto, Edições Afrontamento, 2000). Membro efetivo do Observatório das Atividades Culturais entre 1996 e 1998. Integrou a equipa coordenadora do Relatório das Políticas Culturais Nacionais (1985-95) apresentado em 1998 junto do Conselho da Europa (Lisboa, As Políticas Culturais em Portugal, Observatório das Atividades Culturais, 1998). Foi programador de Porto Capital Europeia da Cultura 2001, enquanto responsável pela área do envolvimento da população e membro da equipa inicial que redigiu o projecto de candidatura apresentado ao Conselho da Europa. Representou o Bloco de Esquerda como deputado à Assembleia da República (2002-2006). Coordenador científico do Instituto de Sociologia da FLUP entre 2002 e fevereiro de 2010. Diretor da Revista Sociologia entre 2009 e fevereiro de 2013. Tem 43 livros publicados (sozinho ou em co-autoria) nos domínios da sociologia da cultura, cidade, juventude e educação, bem como museologia e estudos territoriais. Distinguido a 29 de maio de 2014 com o galardão "Chevalier des Palmes Académiques" pelo Governo francês. Presidiu à Associação Portuguesa de Sociologia entre julho de 2016 e março de 2021. Presidiu ao Departamento de Sociologia da FLUP entre 2011 e fevereiro de 2019. Coordena desde maio de 2020 o Instituto de Sociologia da Universidade do Porto.

Gonçalo Frota escreve sobre música e artes performativas no jornal Público, sendo também colaborador da revista inglesa Songlines, dedicada às músicas do mundo. É o autor das notas da reedição integral da obra de José Afonso na editora Orfeu e participou em livros de reflexão acerca dos percursos do FIMFA (Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas), do Teatro Pogo e da Festa do Jazz. Recebeu o Grande Prémio Carlos Porto 2016 e 2021 do Festival de Almada.

José Reis
é Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC), Investigador do Centro de Estudos Sociais (CES), Coordenador do Observatório sobre Crises e Alternativas do CES, Cocoordenador do Doutoramento em Governação, Conhecimento e Inovação, membro do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e membro da Comissão Nacional de Acompanhamento do Programa de Recuperação e Resiliência. Foi Presidente da Associação Portuguesa de Economia Política (2017-20121), Diretor da FEUC (2009-2015), Secretário do Estado do Ensino Superior (1999-2001) e Presidente da Comissão de Coordenação da Região Centro (1996-1999). Publicou recentemente Cuidar de Portugal: Hipóteses de Economia Política em tempos convulsos (Almedina, 2020) e A Economia Portuguesa: Formas de economia Política numa periferia persistente (Almedina, 2018). Coordenou Como Reorganizar um País Vulnerável? (Actual, 2020).

Shahd Wadi é palestiniana, entre outras possibilidades, mas a liberdade é sobretudo palestiniana. Tenta exercer a sua liberdade também no que faz, viajando entre investigação, tradução, escrita, curadoria e consultorias artísticas. Procurou as suas resistências ao escrever a primeira dissertação de Doutoramento em Portugal, em Estudos Feministas pela Universidade de Coimbra, que serviu de base ao livro “Corpos na trouxa: histórias-artísticas-de-vida de mulheres palestinianas no exílio” (2017). No seu trabalho aborda as narrativas artísticas no contexto da ocupação israelita da Palestina e considera as artes um testemunho de vidas. Também da sua.

Jorge Louraço Figueira (Nazaré, 1973) escreveu as peças As Sete Vidas da Argila, À Espera de Beckett ou quaquaquaqua, Cassandra de Balaclava, Xmas qd Kiseres e O Espantalho Teso, entre outras. Fez a Oficina de Escrita Teatral de Antonio Mercado, no TNSJ; o Seminário Traverse Theatre, com Enda Walsh e John Tiffany, nos Artistas Unidos; a Residência Internacional do Royal Court Theatre; e o Seminário de Escrita Teatral de J. S. Sinisterra, no Teatro Nacional D. Maria II. Foi coordenador da Pós-Graduação em Dramaturgia da ESMAE, Porto; crítico de teatro do jornal Público; e dramaturgo residente no Teatrão, Coimbra. Entre outros ensaios, publicou Livro dos Exílios Reais e Imaginários, sobre o FITEI, e Verás que Tudo É Verdade, sobre o grupo Folias, de São Paulo.

Novembro

24/11 qui 20:30

CAMPO ALEGRECafé-Teatro

Dança
com João Teixeira Lopes, Gonçalo Frota, José Reis, Shahd Wadi e Jorge Louraço
Preço Gratuito