Marco Martins

SELVAGEM

Marco Martins

© DR

Abril

1/04 sex 19:30
2/04 sáb 19:30

CAMPO ALEGREAuditório

Teatro
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Preço 9€
Duração 1h45
Classificação etária 14+
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa Sessão de 1 de abril

Marco Martins propõe em SELVAGEM uma reflexão sobre o uso da máscara em práticas ritualísticas que, desde tempos imemoriais, marcam coletivamente em vários pontos da Europa momentos cruciais como equinócios e solstícios, integrando personagens como o Homem Selvagem, o Urso, a Cabra ou o Diabo. Somos cada vez mais uma sociedade de máscaras que se escondem atrás de um mundo virtual. Qual o significado atual de máscara? Como pode a convivência com a máscara sanitária transformar a atividade, o ativismo e a identidade de cada um? Vivemos num quotidiano repleto de avatares, caricaturas, memes, aplicações que permitem transformar rosto e corpo e vários tipos de filtros capazes de esbater ainda mais a linha entre rostos e máscaras. A partir da investigação sobre o significado ancestral da máscara, SELVAGEM mapeará o seu valor como possibilidade identitária, bem como a complexidade inerente à multiplicação e interseção de identidades.


Marco Martins nasceu em Lisboa em 1972. É, atualmente, um artista incontornável do panorama artístico português, com uma extensa obra que atravessa diversas áreas, do cinema às artes plásticas, passando pelo teatro. Fundou o Arena Ensemble, em 2007, com Beatriz Batarda, sendo, desde então, o seu diretor artístico.
O seu trabalho tem recebido grande reconhecimento, refletindo o cruzamento de linguagens performativas, a colaboração com não-atores, assim como vários projetos comunitários de forte componente coreográfica.


Co-apresentação com:
Culturgest – Fundação Caixa Geral de Depósitos, nos dias 25 a 27 março de 2022.

Abril

1/04 sex 19:30
2/04 sáb 19:30

CAMPO ALEGREAuditório

Teatro
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa
Preço 9€
Duração 1h45
Classificação etária 14+
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa Sessão de 1 de abril

Encenação Marco Martins
Ideia original Renzo Barsotti
Texto e dramaturgia Marco Martins, Patrícia Portela a partir do contributo do elenco
Colaboração e apoio dramatúrgico Alexander Gerner, Charles Fréger, Giovanni Carroni, Rita Cabaço, Vânia Rovisco
Com Andrea Loi, Giuseppe Carai, João Paulo Alves, Luís Meneses, Marco Abbà, Rafael Costa, Riccardo Spanu, Rubens Ortu
Música Miguel Abras
Cenografia Fernando Brízio
Projeto, construção e montagem ArtWorks 
Desenho de luz Nuno Meira
Operação de luz Ricardo Campos
Desenho e operação de som Sérgio Milhano
Movimento Vânia Rovisco
Assistência de encenação Rita Quelhas
Pesquisa e documentação Zé Pires
Apoio aos ensaios Giovanni Carroni, Rita Cabaço, Vânia Rovisco
Consultoria Doina Isfanioni
Imagens Andreas Bentzon, Benjamim Pereira / Instituto dos Museus e da Conservação, I.P
Administração Arena Ensemble Marta Delgado Martins
Assistência à produção Mafalda Teles
Apoio à produção (Bragança) Luís Manuel Costa
Coordenação de projeto e direção de produção Mariana Brandão
Apoio Artopia
Colaboração Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa
Apoio financeiro da República Portuguesa - Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes
Agradecimentos Alessio Masones, António Câmara Manuel, Fernando Tiza, Júlia Almeida e Miguel Rodrigues, Kimberley Ribeiro, Maria Rotar, Teatrul Excelsior, Maurizio Masones, Octávio Marrão, Sòtziu Tenore Nugoresu
Coprodução Teatro Municipal do Porto, Fundação Caixa Geral de Depósitos / Culturgest, Teatro Municipal de Bragança, Rota Clandestina / Câmara Municipal de Setúbal, Teatro di Sardegna, Arena Ensemble
  • © Bruno Simão/TMP

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