Marlene Monteiro Freitas

Mal – Embriaguez Divina

Marlene Monteiro Freitas

© Peter Hönnemann

Foco Marlene

Outubro

2921.00hQui
3021.00hSex

RIVOLIGrande Auditório

Dança
Cabo Verde/Portugal
Preço 12€
Duração 1.45h
Classificação etária >6 
O Mal foi por muito tempo personificado pelo Diabo, também conhecido como Anticristo, Satanás, Leviatã, Lúcifer, mas também simbolizado pela Bruxa, Mago, Mulher, Animal, Híbrido, Mutante e assim por diante. Encontraremos a sua referência na Bíblia, no discurso moral, ético, político, judiciário, e ainda, no centro de criações literárias e artísticas. A seu tempo, tanto a natureza do Mal como a sua personificação, o Diabo, alargar-se-iam às ideias de injustiça social, violência, doença, entre outras. Para Georges Bataille, a atividade humana é geralmente o desejo de alcançar o ponto mais distante do domínio fúnebre (o podre, o sujo, o impuro), conjurando o Mal. O nosso Mal passar-se-á numa tribuna, onde um coro, numa tonalidade prenunciadora de melancolia, é assaltado por visões. Ao mesmo tempo que observa, é vigiado. — Marlene Monteiro Freitas


MARLENE MONTEIRO FREITAS nasceu em Cabo Verde onde cofundou o grupo de dança Compass. Estudou dança na P.A.R.T.S., em Bruxelas, na Escola Superior de Dança e na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Trabalhou com Emmanuelle Huynh, Loïc Touzé, Tânia Carvalho, Boris Charmatz, entre outros. Criou as peças Bacantes – Prelúdio para uma Purga (2017), Jaguar com a colaboração de Andreas Merk (2015), de marfim e carne - as estátuas também sofrem (2014), Paraíso - colecção privada (2012-13), (M)imosa com Trajal Harrell, François Chaignaud e Cecilia Bengolea (2011), Guintche (2010), A Seriedade do Animal (2009-10), A Improbabilidade da Certeza (2006), Larvar (2006) e Primeira Impressão (2005). Estas peças têm como denominador comum a abertura, a impureza e a intensidade. Em 2017, a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA) atribuiu a Jaguar o prémio de melhor coreografia e, no mesmo ano, foi distinguida pelo Governo de Cabo Verde pelas suas realizações culturais. Em 2018, a Bienal de Veneza atribuiu a Marlene o Leão de Prata na categoria de Dança. É cofundadora da P.OR.K, estrutura de produção sediada em Lisboa.

Foco Marlene

Outubro

2921.00hQui
3021.00hSex

RIVOLIGrande Auditório

Dança
Cabo Verde/Portugal
Preço 12€
Duração 1.45h
Classificação etária >6 
Coreografia Marlene Monteiro Freitas
Apoio à produção Lander Patrick
Com Andreas Merk, Betty Tchomanga, Francisco Rolo, Henri “Cookie” Lesguillier, Hsin-Yi Hsiang, Joãozinho da Costa, Mariana Tembe, Majd Feddah, Miguel Filipe
Desenho de luz e espaço Yannick Fouassier
Apoio à criação do espaço Miguel Figueira
Direção de cena André Calado
Desenho de som Rui Dâmaso
Pesquisa Marlene Monteiro Freitas, João Francisco Figueira
Dramaturgia Martin Valdés-Stauber
Produção P.OR.K (Bruna Antonelli, Sandra Azevedo, Soraia Gonçalves), Münchner Kammerspiele
Difusão Key Performance
Conceção de figurinos Marisa Escaleira
Apoio Dançando com a diferença, CML - Câmara Municipal de Lisboa, Fabbrica Europa|PARC- Performing Arts Research Center, La Gare – Fabrique des arts en mouvement, Polo Cultural Gaivotas | Boavista, Reykjavík Dance Festival
Coprodução Teatro Municipal do Porto, Pôle européen de création, Culturgest, HAU Hebbel am Ufer, Kunstenfestivaldesarts, International Summer Festival Kampnägel, Künstlerhaus Mousonturm, Les Spectacles Vivants/Centre Pompidou, NEXT festival, Ruhrtriennale, TANDEM Scène nationale, Theater Freiburg, Wiener Festwochen Apoio support Dançando com a diferença, Fabbrica Europa, IPARC- Performing Arts Research Center, La Gare – Fabrique des arts en mouvement, Polo Cultural Gaivotas, Reykjavík Dance Festival

em paralelo

Conversa pós-espetáculo com Alexandra Balona

Conversa pós-espetáculo com Alexandra BalonaNo âmbito do Foco Marlene

3022.30hSex
RIVOLIGrande Auditório
Conversas Pós-Espetáculo

Conteúdo Relacionado