Palcos Instáveis

Duarte Valadares, Franklin Monteiro & Maria Antunes
DIY - Como servir a precariedade

Palcos Instáveis

© Ryan Callanan (Ryca)

Março

4/03 sáb 21:30
5/03 dom 17:00

CAMPO ALEGRESala-Estúdio

dança
Em parceria com Instável — Centro Coreográfico
Preço 7€
Duração 45min
Classificação etária 6+
Nascido no Porto, Duarte Valadares formou-se na Escola Superior de Dança em 2014, reside em Portugal, pesquisando paralelamente o movimento contemporâneo e urbano, estudo de movimento que se intitula de “Hybrid Movement”. Trabalhou com coreógrafos como Amélia Bentes em “Eternuridade”, Gregory Maqoma em “Free”, Emmanuelle Hyuhn em “Cribles”, Marco da Silva Ferreira em “Land(e)scape”, “Hu (r) mano”, “Brother” e “Bisonte”, Drosha Gherkov em “Needs”, Jonas & Lander em “Adorabilis”, Mafalda Deville em “Barro”, Thierry Smits/Compagnie Thor em “Anima Ardens” e “WaW”. Duarte coreografou “Dry Mouth” em 2015, “State of Doubt” em 2016, “We can buy a Basquiat but we can’t hold hands” com Jonas Verwerft em 2017 e “Rubble King” em 2018/2021.

Em 1996, Franklin Monteiro participa na sua primeira banda – Tchaka Fire. Em 1999, cria a banda Gusa. Em 2003, foi fundador do ECFA – Espaço Cultural Francisco de Assis França na cidade industrial de Volta Redonda – RJ. Ponto de Cultura do programa ‘Cultura Viva’ do Governo Federal brasileiro, foi estrutura-referência no âmbito sociocultural tendo agido junto de 12 favelas no estado do Rio de Janeiro. Reside em Portugal desde 2010 e, desde então, desenvolveu trabalhos junto de entidades e países como o Brasil, São Tomé e Príncipe ou Alemanha. Idealizador do projeto Blocodeconcreto e outras iniciativas na área da educação artística, em Portugal atuou e atua nos bairros sociais, associações e escolas de Sintra, Cascais, Matosinhos, Guimarães e Vila Nova de Famalicão. Enquanto músico, e para além de O Gringo Sou EU, é pandeirista e back vocal da banda Samba Sem Fronteiras e, também, percussionista dos HHY & The Macumbas.

Nascida em Lisboa, o primeiro contacto de Maria Antunes com a dança foi nas danças urbanas, que têm sido a base do seu trabalho atual. Concluiu a Licenciatura em Criação e Interpretação em Dança Contemporânea pela Escola Superior de Dança. Em 2018 conclui o FOR Dance Theater da Companhia Olga Roriz. Em 2014 integra o colectivo ORCHIDACEAE, sob a direcção artística de Piny, tendo sido co-criadora e interpretado várias peças: |F| (2019), Sacred Geometry – a meditative state (2018), Tribute to Nina (2017), T(ribe)ogetherness (2016), Lost (2015); Forget The Nightmares (2014). Em 2019, coreografa e interpreta o solo “REDOR”, apresentado no LOOP – Festival de Danças Urbanas, Lugar Futuro e Festival Projecções. Fez parte do programa Compositores e Coreógrafos 2019 como coreógrafa convidada – em colaboração com a ESD, ESML e CNB – Estúdios Victor Córdon, Lisboa. É intérprete em BROTHER (2017) de Marco da Silva Ferreira. Em 2018, integra o projecto OMIRI como bailarina, com coreografia da Filipa Peraltinha – OMIRI é um dos projetos de reinvenção mais originais da música tradicional portuguesa. Fundado por Vasco Ribeiro Casais, OMIRI é uma mistura de folk tradicional com música eletrónica. É professora de Dança Contemporânea e House Dance em Lisboa.

Desde a sua criação em 2012 que o ciclo Palcos Instáveis incentiva o trabalho de criadores emergentes da cidade do Porto e do Norte do país. Com a assinatura da Instável — Centro Coreográfico e a coprodução do Teatro Municipal do Porto, os Palcos Instáveis facilitam residências artísticas de criação, a produção, a comunicação e apresentação de novas obras, possibilitando o cruzamento de experiências artísticas e oferecendo à cidade o contacto com linguagens coreográficas emergentes.

Março

4/03 sáb 21:30
5/03 dom 17:00

CAMPO ALEGRESala-Estúdio

dança
Em parceria com Instável — Centro Coreográfico
Preço 7€
Duração 45min
Classificação etária 6+