Programas e Projetos

DDD

Festival Dias da Dança

O DDD — Festival Dias da Dança parte de uma ideia de ligação que se pode construir entre as cidades do Porto, de Matosinhos e de Gaia, através de uma programação que atesta a diversidade no âmbito da dança contemporânea e promove a deambulação entre espaços de apresentação e espaço público. O festival internacional de dança contemporânea é organizado pelo Teatro Municipal do Porto / Câmara Municipal do Porto, numa coorganização com as Câmaras Municipais de Matosinhos e Gaia, no contexto da Frente Atlântica.
O DDD propõe um circuito intenso de programação, assegurado pelas coproduções estabelecidas entre o Teatro Municipal do Porto — Rivoli e Campo Alegre, o Teatro Nacional São João, o Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery, o Coliseu Ageas Porto, a Fundação de Serralves, o balleteatro, o Armazém 22 e o Auditório Municipal de Gaia. As parcerias determinadas a cada edição, estendem ainda as possibilidades de apresentação de espetáculos e atividades: o Teatro do Bolhão, a mala voadora, o Mira - Artes Performativas e a Casa da Arquitectura.

festivalddd.com

CAMPUS

Paulo Cunha e Silva

O CAMPUS Paulo Cunha e Silva é um novo centro de residências artísticas e espaço de trabalho para as artes performativas, na cidade do Porto. 
O projeto pretende viabilizar a criação de uma forma mais sustentável, permitindo um espaço e um tempo para os artistas, adequado ao momento presente, onde a experimentação e criação de comunidade são fulcrais. O centro procura dar resposta a novos formatos de apoio a práticas artísticas, não incidindo na sua apresentação, e sobretudo reparar a ausência de espaços de trabalho para os artistas da cidade, numa lógica de continuidade e de cuidado.

campuspcs.pt

Campo Aberto

Programa de Residências Artísticas


Campo Aberto — Programa de Residências Artísticas é um dos pilares da programação do Teatro Municipal do Porto, dirigido a várias companhias, projetos e artistas.
No Teatro Campo Alegre oito estruturas da cidade desenvolvem Residências de longa duração que comportam espaços de produção, ensaios e apresentação. Estão representadas cinco áreas diferentes — dança, teatro, música, cinema e circo contemporâneo — transformando o Campo Alegre num autêntico laboratório criativo. As estruturas residentes são: Casa da Animação, Companhia Instável, Drumming Grupo de Percussão, Erva Daninha, Estrutura, Medeia Filmes, Nome Próprio e Teatro Experimental do Porto.
As Residências de curta duração têm lugar nos dois polos do Teatro Municipal do Porto, trazendo à cidade artistas de várias latitudes que, mais tarde, poderão apresentar as criações resultantes destes momentos de trabalho.
O programa de Projetos cruzados tem como orientação principal o estímulo à criação artística, através de uma rede de parceiros internacionais que promovem condições para a realização de residências. Fazem parte desta rede, atualmente, o Teatro Municipal do Porto, o NAVE — Centro de Creación y Residencia (em Santiago do Chile, Chile), o CCNCN — Centre Chorégraphique National de Caen na Normandia (França), o Charleroi Danse / Centre Choregráphique de la Fédération Wallonie-Bruxelle (Bélgica), os Teatros del Canal, em Madrid (Espanha) e o CND — Centre Nationale de la Danse, em Paris (França) e Associação Artística e Cultural Mindelact (Cabo Verde).

Artistas Associados

Os primeiros artistas associados do Teatro Municipal do Porto (TMP) foram o coreógrafo e bailarino Marco da Silva Ferreira e o encenador e ator Jorge Andrade (mala voadora), durante duas temporadas — 2017/2018 e 2018/2019.
Durante as temporadas 2019/2020 e 2020/2021, o TMP repensou a forma de acompanhamento de determinados artistas a médio prazo, e como esses mesmos artistas ocupam a sua programação de forma física e acima de tudo reflexiva. O conceito de “artista associado”, até ao momento apoiado em novas coproduções, estreias e difusão, foi repensado e concretizado pelo apoio a três muito jovens artistas (todos com menos de 25 anos — na altura), cuja pertinência dos primeiros trabalhos é reconhecida e com os quais foi desenvolvido um programa de acompanhamento artístico traçado à medida de cada um. Muito mais do que avançar imediatamente para desafios que impliquem novas criações, interessou perceber o que determinado artista necessita para potenciar o seu trabalho, num momento inicial e fulcral da sua carreira. Dessa forma, foram acompanhados, numa fase de despontar artístico, a bailarina e coreógrafa Ana Isabel Castro e a dupla de criadores Guilherme de Sousa & Pedro Azevedo, que deambula entre o teatro físico, a instalação e a cenografia, através do programa JAA! Jovens Artistas Associados.
Em 2020/2021 e 2021/2022, o programa de Artistas Associados foi reiniciado com Jonathan Uliel Saldanha, que durante duas temporadas pensará com e para o Teatro Municipal do Porto a sua linguagem híbrida.