Cie. 111 - Aurélien Bory (FR) - © Aslae Bory

© Aslae Bory

FIMP 2018

13 Sáb 21.00h

RIVOLI Grande Auditório

10.00€ • >12 

Cie. 111 - Aurélien Bory (FR)

Sans Objet
Estreia Nacional

Marionetas
Cie. 111 - Aurélien Bory (FR) - © Aslae Bory

© Aslae Bory

Aurélien Bory apresenta uma reflexão sobre as relações entre homem e máquina.  
Dois homens e uma plataforma que é habitada por um braço robótico industrial, um dispositivo em que esta bela peça de alta precisão (bio)mecânica se desenrola.

Aurélien Bory nasceu em 1971 e é encenador. Fundou a Cie. 111 em 2000, em Toulouse, França. Desenvolve trabalhos dentro de um teatro mais físico, singular e híbrido, no cruzamento de várias disciplinas, como o teatro, o circo, a dança, as artes visuais e a música. Os seus espetáculos são apresentados por todo o mundo.
Design, cenografia e encenação
Aurélien Bory
Interpretação
Nicolas Lourdelle
Pierre Cartonnet

Criação de personagens
Olivier Boyer
Olivier Alenda

Programação e operação de robot
Tristan Baudoin
Música
Joan Cambon
Luz 
Arno Veyrat
Colaboração artística
Pierre Rigal
Assistente de encenação
Sylvie Marcucci
Design de som
Stéphane Ley
Figurinos
Sylvie Marcucci
Desenho de cenografia e construção
Pierre Dequivre
Adereços / acessórios de cena
Frédéric Stoll
Pintura de cena
Isadora de Ratuld
Máscaras masks
Guillermo Fernandez
Direção técnica
Arno Veyrat
Técnico de som
Joël Abriac / Stéphane Ley
Técnico de luz
Mallory Duhamel
Direção de cena
Stéphane Chipeaux-Dardé
Direção de produção
Florence Meurisse / Compagnie 111 – Aurélien Bory
Produção
Compagnie 111 — Aurélien Bory
Coprodução
TNT Théâtre National de Toulouse Théâtre Vidy — Lausanne
Théâtre de la Ville - Paris
La Coursive scène nationale — La Rochelle Agora pôle national des arts du cirque
— Boulazac-Aquitaine
Le Parvis scène nationale Tarbes — Pyrénées 

FIMP 2018

Festival Internacional de Marionetas do Porto

Este não é só mais um ano em que o Teatro Municipal do Porto acolhe o FIMP - Festival Internacional de Marionetas do Porto. É uma edição em que se celebra um festival histórico da cidade, cujo programa se soube atualizar e adaptar aos tempos e aos públicos, dignificando e ampliando as possibilidades do teatro de marionetas e formas animadas. 
Reconhece-se essa importância à medida que também se consolidam as relações de cumplicidade com a sua equipa, admirando a capacidade de renovação e resiliência face a todas as contrariedades da sua situação atual.
O FIMP 2018 tem início no TMP com “Sans objet” da Compagnie 111 — Aurélien Bory, sobre a relação do homem e da máquina e a imagética dos robots. A mais recente criação de Cláudia Dias, “Quarta-feira: o tempo das cerejas” e o projeto vencedor da Bolsa de Criação Isabel Alves Costa, “Fogo lento”, de Costanza Givone sobem também a palco, juntamente com companhias que regressam como a de Xavier Bobés, ou as experiências multimédia da Alma d’Arame. É ano, ainda, para festejar os aniversários do Teatro de Marionetas do Porto (30 anos) e Limite Zero (15 anos), companhias estruturantes neste domínio que revelam estar de muito boa saúde. A programação complementa-se com outras atividades e desenha-se à medida das inquietações dos artistas sobre ques- tões como a passagem do tempo e os seus efeitos na nossa vida coletiva, o destino da humanidade e das suas invenções técnicas.
 
Toda a programação em
fimp.pt