estreia
Sinopse
F Λ R S Λ é uma peça hipnótica para três intérpretes e uma máquina cinética inspirada em dispositivos de ilusão ótica do século XIX. Partindo da Alegoria da Caverna, de Platão, a peça explora como luz, som e movimento moldam a perceção, dissolvendo a linha entre verdade e ilusão. Em palco, duas superfícies de silicone evocam uma pele ampliada — um organismo vivo, animado por tensão, pressão e distorção, no qual personagens e sombras se confrontam. O universo sonoro parte das partituras rítmicas e melódicas de A Sagração da Primavera, de Stravinski — um sacrifício da carne. F Λ R S Λ convida a questionar o real e o projetado, transformando o teatro num sonho vivo de perceção em constante mutação. — Catarina Miranda
Informação adicional
- Preço
9€
- Duração
1h
- Classificação etária
6+
- Informação adicional
Falado em português e inglês
Acessibilidades do espetáculo
Texto biografia autores
Catarina Miranda, Portugal, 1982. Artista que trabalha com linguagens que interceptam imagem, o movimento, a voz, a cenografia e a luz, abordando o corpo como veículo de transformação e mediação de estados hipnagógicos, bem como de gestos e procedimentos da consciência visceral do presente. A criadora apresentou as peças de dança ЯΛ́ЯΛ, ΛƬSUMOЯI, CABRAQIMERA, DREAM IS THE DREAMER, BOCA MURALHA, entre espaços como o Centre Pompidou (Paris, França), Palais de Tokyo (Paris, França), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, Portugal), Museu de Serralves (Porto, Portugal), Teatro Nacional (Porto, Portugal), Festival Materiais Diversos (Portugal), Festival DDD (Portugal), Festival Pays de Danses (Liège, Bélgica), Festival Mindelact (Cabo Verde), Festival Short Theatre (Roma, Itália). Apresentou também as instalações visuais PΛ́SSΛЯO SOL / Comissões # 1 na Galeria Municipal Porto em 2026, POROMECHANICS no Centre Pompidou (Paris, França), Festival Walk&Talk (Açores, Portugal), Teatro São Luiz Lisboa, bem como DIAGONALANIMAL no Fabrik Festival (Fall River, EUA) e MOUNTAIN MOUTH no Dance Box e Maizuru RB (Kobe/Maizuru, Japão). Em 2016, a RTP 2 lançou o Documentário “PORTUGAL QUE DANÇA”, cujo episódio é dedicado à peça de dança BOCA MURALHA. Concluiu o Mestrado EXERCE no ICI-CCN Montpellier/FR e a Licenciatura em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes do Porto (Portugal); estudou Teatro Noh no Centro de Arte de Quioto (Japão).
Ficha técnica
Direção Artística
Catarina Miranda
Cocriação
Ángela Diaz Quintela, Beatriz Valentim, Bruno Brandolino, Catarina Miranda, Joana Mário, João Brojo, Jonathan Saldanha, Nuno Preto
Interpretação
Ángela Diaz Quintela, Beatriz Valentim, Bruno Brandolino
Composição musical
Jonathan Saldanha
Desenho de luz & direção técnica
Joana Mário
Assistência de desenho de luz
Rita Conde
Cenografia
Catarina Miranda, Diana Regal, Hugo Flores, João Brojo, João Ferreira, Joana Mário, Júlio Alves
Prostéticos
Hugo Flores, Júlio Alves
Apoio dramatúrgico
Carlos Azeredo Mesquita, João Fiadeiro, Jonathan Saldanha, Maria Inês Marques
Apoio à criação
Junis Becherer, Maria Antunes
Apoio à maquinaria
João Monteiro, Nuno Brandão
- Texto original "WhisperBand"
Carlos Azeredo Mesquita
Estagiária
Sofia Bessa Montenegro
Produção
RÁRA
Coordenação de projeto
Teresa Camarinha
Produção executiva
João Brojo
Difusão e distribuição
Inês Le Gué | jardin&cour
Coprodução
DDD – Festival Dias da Dança, OOPSA, 23 Milhas, Pôle-Sud, Theatre Freiburg, Teatro Viriato
Residências de criação
Espaço do Tempo, BoraBora, OPART E.P.E. / Estúdios Victor Córdon, 23 Milhas, Grand Luxe Dance Network (Grand Studio, L’Abri, Pôle-Sud, CCN — Ballet de l’Opéra National du Rhin, Maison TROIS C-L, Theatre Freiburg)
FΛRSΛ é apoiada pelo Ministério da Cultura — DGARTES / Governo de Portugal







