Seg
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Sinopse
Palco para toda a obra pode ser uma oficina, mas não é apenas isso. Pode ser uma visitação, mas não é apenas isso. Palco para toda a obra é sobre a descoberta. A bailarina Ángela Diaz Quintela propõe, a crianças dos 8 aos 12 anos, novas perspetivas de olhar o trabalho artístico.
ÁNGELA DIAZ QUINTELA nasceu em Sarria, uma pequena vila da Galiza (Espanha). Licenciada em Educação Social pela Universidade de A Coruña (2011) e licenciada pela Escola Superior de Dança de Lisboa (2014). Trabalha como intérprete desde 2014 para coreógrafos como Victor Hugo Pontes, Clara Andermatt, Daniela Cruz, Romeo Castelluci, Catarina Miranda, Luísa Saraiva, Nuno Preto, entre outros. Desde 2019 integra o coletivo ESPAÇO invisível, responsável pela programação do ciclo de performances do projeto Museu da Cidade. No âmbito da formação dirige vários programas de mediação de público em museus e escolas, desenvolvendo também formação dirigida a professores.
ÁNGELA DIAZ QUINTELA nasceu em Sarria, uma pequena vila da Galiza (Espanha). Licenciada em Educação Social pela Universidade de A Coruña (2011) e licenciada pela Escola Superior de Dança de Lisboa (2014). Trabalha como intérprete desde 2014 para coreógrafos como Victor Hugo Pontes, Clara Andermatt, Daniela Cruz, Romeo Castelluci, Catarina Miranda, Luísa Saraiva, Nuno Preto, entre outros. Desde 2019 integra o coletivo ESPAÇO invisível, responsável pela programação do ciclo de performances do projeto Museu da Cidade. No âmbito da formação dirige vários programas de mediação de público em museus e escolas, desenvolvendo também formação dirigida a professores.
Info sobre horário e bilhetes
Seg
29.03
00:00
Ter
30.03
00:00
Qua
31.03
00:00
Qui
1.04
00:00
Sex
2.04
00:00
Sáb
3.04
00:00
Dom
4.04
00:00
TMP ONLINE
Informação adicional
- Preço Gratuito
Duração 15min + 15min
Classificação etária >6
Transmissão online www.teatromunicipaldoporto.pt
Texto biografia autores
Ficha técnica
- Nota bibliográfica: Ricardo Henriques e André Letria/ ATIVIDÁRIO TEATRO, Edições Patológico, pág. 49, “Personagem”
“…"Estar em personagem" é um modo de representar em que os atores são a sua personagem sem intervalos, mesmo nos intervalos. Há quem lhes chame loucos, há quem lhes chame génios. …”



