#5. Mediação: os desafios da digitalização -

Nada ficou no lugar, e agora?

16 Qui 18.30h

ONLINE

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A conversa terá interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

#5. Mediação: os desafios da digitalização

Ciclo de conversas online sobre o futuro das artes performativas

Pensamento
 #5. Mediação: os desafios da digitalização -
 
A digitalização tem trazido desafios e transformações às artes performativas que foram acelerados pela situação de pandemia que ainda vivemos. Estes fazem-se sentir também na relação o(s) público(s). Poderá o recurso ao digital fomentar um acesso mais plural aos projetos artísticos? Que desafios poderão enfrentar os projetos participativos ou desenhados para a intervenção comunitária num contexto digital? 

Nos últimos meses, a pandemia veio abalar as bases nas quais assentavam as práticas artísticas e os processos de trabalho dos profissionais de todo um setor já de si tendencialmente marcado pela inquietude criativa e pela instabilidade laboral. Assim, artistas, programadores, produtores, comunicadores, mediadores e gestores culturais enfrentam agora questões decisivas sobre as formas como passarão a exercer o seu trabalho. Em tempos de desconfinamento gradual, decidimos assumir as incertezas, questionar o futuro e organizar cinco conversas online sobre as consequências deste abalo que todos experienciamos. Semanalmente, desafiamos três convidados a especularem connosco sobre os possíveis novos contornos das artes performativas num mundo pós-confinamento, onde nada ficou no lugar.

Convidados:

Victor Hugo Pontes é coreógrafo e bailarino, licenciado em Artes Plásticas – Pintura (FBAUP). Como criador, a sua carreira inicia-se em 2003, e desde então, vem consolidando a sua marca coreográfica, tendo apresentado o seu trabalho por todo o país e internacionalmente.
Teresa Duarte Martinho é investigadora auxiliar no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, especializada no estudo do sector cultural. Foi coorganizadora do livro “Cultura e Digital em Portugal” (2016, Afrontamento). É licenciada e doutorada em sociologia, pelo ISCTE-IUL. Trabalhou como jornalista, principalmente nas áreas das artes e da cultura, entre 1990 e 1996.
Pedro Abrunhosa é autor e compositor. começou a sua formação musical pela via da música erudita. Fundou os Bandemónio e, em 1994, o seu primeiro álbum, “Viagens”, que atingiu a tripla Platina e inaugurou uma série de sucessos nas tabelas. Continuando a oferecer-nos a sua escrita profunda, acaba de lançar “Tempestade”, reflexão sobre o isolamento e salvação.

Moderação:
Ana Cristina Vicente (Coordenadora do Paralelo – Programa de Aproximação às Artes Performativas do Teatro Municipal do Porto)
 

Nada ficou no lugar, e agora?

Ciclo de conversas online sobre o futuro das artes performativas

Nos últimos meses, a pandemia veio abalar as bases nas quais assentavam as práticas artísticas e os processos de trabalho dos profissionais de todo um setor já de si tendencialmente marcado pela inquietude criativa e pela instabilidade laboral. Assim, artistas, programadores, produtores, comunicadores, mediadores e gestores culturais enfrentam agora questões decisivas sobre as formas como passarão a exercer o seu trabalho. Em tempos de desconfinamento gradual, decidimos assumir as incertezas, questionar o futuro e organizar cinco conversas online sobre as consequências deste abalo que todos experienciamos. Semanalmente, desafiamos três convidados a especularem connosco sobre os possíveis novos contornos das artes performativas num mundo pós-confinamento, onde nada ficou no lugar.