#1. Criação: da experiência sensorial ao digital
Ciclo de conversas online sobre o futuro das artes performativas
Junho
2020
Qui
18
Sinopse
Os corpos, a sua fisicalidade e a copresença são componentes que definem as artes performativas. No entanto, o distanciamento social impõe desafios criativos inéditos a artistas cujos corpos, nos últimos meses, passaram a expressar-se sobretudo online e que, continuarão com restrições nas suas próximas criações.
Se é certo que os palcos digitais não substituem a experiência sensorial de um espetáculo ao vivo, como abordarão os criadores do palco esta crescente realidade digital, tanto durante os processos de criação como nos seus espetáculos? Passada a pandemia, haverá rejeição ou, pelo contrário, o digital ganhará espaço, abrindo portas a modelos híbridos de criação que farão questionar os atuais modelos de produção? Será inevitável que a experiência da performance passe também pelos meios digitais?
Nos últimos meses, a pandemia veio abalar as bases nas quais assentavam as práticas artísticas e os processos de trabalho dos profissionais de todo um setor já de si tendencialmente marcado pela inquietude criativa e pela instabilidade laboral. Assim, artistas, programadores, produtores, comunicadores, mediadores e gestores culturais enfrentam agora questões decisivas sobre as formas como passarão a exercer o seu trabalho. Em tempos de desconfinamento gradual, decidimos assumir as incertezas, questionar o futuro e organizar cinco conversas online sobre as consequências deste abalo que todos experienciamos. Semanalmente, desafiamos três convidados a especularem connosco sobre os possíveis novos contornos das artes performativas num mundo pós-confinamento, onde nada ficou no lugar.
Convidados:
Marco Martins é realizador e encenador, com formação na Escola Superior de Teatro e Cinema. Os seus filmes têm sido apresentados nos principais festivais internacionais. Fundou em 2007 a sua companhia de teatro Arena Ensemble, com Beatriz Batarda, tendo desde aí apresentado espetáculos de forma regular nos principais palcos nacionais.
José Nunes é encenador, ator e formador. É codiretor artístico da Estrutura, companhia que fundou em 2009 com Cátia Pinheiro e com a qual criou vários projetos de teatro e cruzamentos disciplinares.
Catarina Miranda é coreógrafa e tem vindo a desenvolver projetos de criação maioritariamente para palco, trabalhando com linguagens que interceptam dança, voz, cenografia e luz, abordando o corpo como um veiculo de transformação hipnagógica e de consciência do presente.
Moderação:
Cristina Planas Leitão (Assistente de Programação do Teatro Municipal do Porto)
Se é certo que os palcos digitais não substituem a experiência sensorial de um espetáculo ao vivo, como abordarão os criadores do palco esta crescente realidade digital, tanto durante os processos de criação como nos seus espetáculos? Passada a pandemia, haverá rejeição ou, pelo contrário, o digital ganhará espaço, abrindo portas a modelos híbridos de criação que farão questionar os atuais modelos de produção? Será inevitável que a experiência da performance passe também pelos meios digitais?
Nos últimos meses, a pandemia veio abalar as bases nas quais assentavam as práticas artísticas e os processos de trabalho dos profissionais de todo um setor já de si tendencialmente marcado pela inquietude criativa e pela instabilidade laboral. Assim, artistas, programadores, produtores, comunicadores, mediadores e gestores culturais enfrentam agora questões decisivas sobre as formas como passarão a exercer o seu trabalho. Em tempos de desconfinamento gradual, decidimos assumir as incertezas, questionar o futuro e organizar cinco conversas online sobre as consequências deste abalo que todos experienciamos. Semanalmente, desafiamos três convidados a especularem connosco sobre os possíveis novos contornos das artes performativas num mundo pós-confinamento, onde nada ficou no lugar.
Convidados:
Marco Martins é realizador e encenador, com formação na Escola Superior de Teatro e Cinema. Os seus filmes têm sido apresentados nos principais festivais internacionais. Fundou em 2007 a sua companhia de teatro Arena Ensemble, com Beatriz Batarda, tendo desde aí apresentado espetáculos de forma regular nos principais palcos nacionais.
José Nunes é encenador, ator e formador. É codiretor artístico da Estrutura, companhia que fundou em 2009 com Cátia Pinheiro e com a qual criou vários projetos de teatro e cruzamentos disciplinares.
Catarina Miranda é coreógrafa e tem vindo a desenvolver projetos de criação maioritariamente para palco, trabalhando com linguagens que interceptam dança, voz, cenografia e luz, abordando o corpo como um veiculo de transformação hipnagógica e de consciência do presente.
Moderação:
Cristina Planas Leitão (Assistente de Programação do Teatro Municipal do Porto)
Info sobre horário e bilhetes
18.06
Qui
18:30
TMP ONLINE
Informação adicional
- Live streaming Facebook TMP
A conversa terá interpretação em Língua Gestual Portuguesa


