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... Perguntas a André e. Teodósio
Setembro
2018
Qui
27
O Teatro Praga regressa, neste fim-de-semana (29 e 30 de setembro) ao Teatro Rivoli com a apresentação de “Jângal”, numa coprodução do Teatro Municipal do Porto. O podemos esperar e ver neste novo espetáculo dos Praga?
Este é um espetáculo que tenta redimensionar algumas questões que normalmente não são tão visíveis na sociedade e que são inerentes a processos que tem reflexo nos humanos, mas que evidenciam, de alguma forma, vidas não humanas, como objetos ou seres imaginários. [Um espetáculo] Onde existem vários planos de conhecimento e vários planos experienciais, sendo que todos eles se entrecruzam e têm de saber conviver porque, caso tal não aconteça, será um fim muito triste para a humanidade e para o mundo.
Em que contexto é que este espetáculo surge no vosso projeto e no vosso tempo enquanto estrutura teatral?
Este espetáculo continua a pensar as políticas de identidade, mas não estão tão concentradas em recusa de premissas ou afirmações de novas referências, mas de rearticulação de todos os interesses que possam existir no mundo. É um espetáculo que vem na continuidade de uma experiência crítica em relação ao mundo, mas que tenta agenciar a necessidade de cuidado em relação a outras coisas que não são normalmente as mais prementes e preponderantes.
Os anos têm demonstrado que o vosso trabalho perpassa várias áreas artísticas, potenciando esse encontro multidisciplinar em vários palcos nacionais e internacionais. Se te desafiássemos a definir os [Teatro] Praga em poucas palavras, o que nos dirias?
O Teatro Praga é uma federação, composta por um coletivo de artistas de diversas áreas, com círculos diversos. Há um círculo mais pequeno e depois há círculos maiores, de pessoas que vão entrando e saindo. E o que este coletivo faz é pensar o seu posicionamento artístico na sociedade, através de espetáculos de edição, de programação, de procuradoria e de reflexão.
Fotografia © Estelle Valente
Este é um espetáculo que tenta redimensionar algumas questões que normalmente não são tão visíveis na sociedade e que são inerentes a processos que tem reflexo nos humanos, mas que evidenciam, de alguma forma, vidas não humanas, como objetos ou seres imaginários. [Um espetáculo] Onde existem vários planos de conhecimento e vários planos experienciais, sendo que todos eles se entrecruzam e têm de saber conviver porque, caso tal não aconteça, será um fim muito triste para a humanidade e para o mundo.
Em que contexto é que este espetáculo surge no vosso projeto e no vosso tempo enquanto estrutura teatral?
Este espetáculo continua a pensar as políticas de identidade, mas não estão tão concentradas em recusa de premissas ou afirmações de novas referências, mas de rearticulação de todos os interesses que possam existir no mundo. É um espetáculo que vem na continuidade de uma experiência crítica em relação ao mundo, mas que tenta agenciar a necessidade de cuidado em relação a outras coisas que não são normalmente as mais prementes e preponderantes.
Os anos têm demonstrado que o vosso trabalho perpassa várias áreas artísticas, potenciando esse encontro multidisciplinar em vários palcos nacionais e internacionais. Se te desafiássemos a definir os [Teatro] Praga em poucas palavras, o que nos dirias?
O Teatro Praga é uma federação, composta por um coletivo de artistas de diversas áreas, com círculos diversos. Há um círculo mais pequeno e depois há círculos maiores, de pessoas que vão entrando e saindo. E o que este coletivo faz é pensar o seu posicionamento artístico na sociedade, através de espetáculos de edição, de programação, de procuradoria e de reflexão.
Fotografia © Estelle Valente
Teatro Praga
