Alessandro Sciarroni

Augusto

Alessandro Sciarroni

© Alice Brazzit

DDD 2021

Abril

1722.00hSáb

CAMPO ALEGREAuditório

Dança
Itália
Estreia nacional
Preço 12€
Duração 1.00h
Classificação etária >12
"Augusto" é o mais recente trabalho de Alessandro Sciarroni, um dos mais jovens coreógrafos a receber o Leão de Ouro da Bienal de Dança de Veneza (2019). Neste trabalho, Sciarroni encanta-se e expande as possibilidades de um dos arquétipos mais conhecidos de palhaço. "Augusto" é a figura do tolo, que tanto está eufórico como irritado, o clown sempre bêbado e de nariz vermelho, que ri por tudo e por nada. Mas a palavra “augusto” também significa imperial, distinto, por isso foi a escolhida para nome do primeiro imperador romano. Em "Augusto", também nos rimos da violência, tal como no circo, quando o palhaço recebe o estalo do outro palhaço, porque tropeça ou faz disparates. Um conjunto de nove intérpretes, composto por atores, bailarinos e cantores, expressa-se física e vocalmente através do riso, desde o início até um amargo final. Riem para representar alegria, emoção, além de sofrimento, raiva e medo. Riem continuamente e sem motivo enquanto andam, correm, quando se cruzam e abraçam. Até que começam a ser dirigidos por uma força misteriosa que os obriga a organizar as gargalhadas ainda mais alto e ritmicamente. Este espetáculo fala sobre a necessidade de nos sentirmos incondicionalmente amados e sobre dor. 


ALESSANDRO SCIARRONI é um artista italiano que se move no campo das artes performativas, artes visuais e pesquisa teatral. Tem apresentado os seus trabalhos em festivais de dança e teatro, museus, galerias e espaços não convencionais, em instituições e eventos de relevo em todo o mundo, de entre os quais se destacam Biennale de la Danse de Lyon, Kunstenfestivaldesarts, em Bruxelas, Impulstanz, em Viena, Festival d’Automne, Centquatre e Centre Pompidou, em Paris, Festival TBA, em Portland, Biennale di Venezia, Walker Art Center, em Minneapolis ou Museo MAXXI, em Roma. O seu trabalho ultrapassa as definições de género — usa a estrutura teatral, mas pode recorrer a técnicas e experiências da dança, do circo ou do desporto, envolvendo regularmente profissionais de diferentes disciplinas. Nos seus trabalhos, Sciarroni procura descobrir obsessões, medos e fragilidades do ato de interpretar, através da repetição de uma prática até aos limites da resistência física, considerando uma dimensão diferenciada de tempo e uma relação empática entre o público e os artistas.

DDD 2021

Abril

1722.00hSáb

CAMPO ALEGREAuditório

Dança
Itália
Estreia nacional
Preço 12€
Duração 1.00h
Classificação etária >12
De Alessandro Sciarroni
Interpretação  Gianmaria Borzillo, Marta Ciappina, Jordan Deschamps, Pere Jou, Benjamin Kahn, Francesco Marilungo, Cian McConn, Roberta Racis, Matteo Ramponi
Produção  MARCHE TEATRO Teatro di Rilevante Interesse Culturale, corpoceleste, Bolsa European Creative Hub – Ministério da Cultura de França/Maison de la Danse para a Bienal de Dança de Lyon 2018, Festival GREC Barcelona, Théâtre de Liège, Centquatre-Paris, apap – Performing Europe 2020 (Creative Europe), Snaporazverein, Theaterfestival Boulevard, Theater Freiburg,
Música  Yes Soeur!
Desenho de luz  Sébastien Lefèvre
Instrutora de movimento, colaboração dramatúrgica  Elena Giannotti
Figurinos  Ettore Lombardi
Consultoria dramatúrgica  Chiara Bersani, Peggy Olislaegers, Sergio Lo Gatto
Yoga do riso  Monica Gentile
Colaboração artística  Erna Ómarsdóttir, Valdimar Jóhannsson
Professora de canto  Sandra Soncini
Direção técnica  Valeria Foti
Técnico de digressão  Cosimo Maggini
Assistência, pesquisa  Damien Modolo
Curadoria, promoção, consultoria Lisa Gilardino
Gestão, produção Chiara Fava
Imprensa  Beatrice Giongo
Coprodução Teatro Municipal do Porto/DDD Festival Dias de Dança, Tanzfabrik Berlin, Centrale Fies, L’arboreto – Teatro Dimora di Mondaino