Diogo Freitas / Momento – Artistas Independentes

Como perder um país

Diogo Freitas / Momento – Artistas Independentes

© DR

Novembro

12/11 sex 19:30
13/11 sáb 19:30

RIVOLIPalco do Grande Auditório

Teatro
Preço 9€
Duração 1:30min
Classificação etária 12+
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa Sessão dia 12 de novembro

folha de sala (pdf)

Numa nação devastada por uma guerra civil, uma duvidosa declaração de paz — que propõe suspender a democracia por seis meses — é assinada, levando dois líderes muito diferentes ao poder. Cabe a estes governantes escapar a destinos como os de Troia, cavalgando por um espaço atolado de assombrações interiores e exteriores, enquanto tentam o seu melhor e pior, para tomar as rédeas. Entretanto, um inimigo familiar e silencioso trespassa-os pelos calcanhares até ao coração, como uma flecha dos deuses que desconhece limites. Como perder um país é o segundo espetáculo do ciclo Democracia e os Filhos dos Anos 90 da Momento – Artistas Independentes. Depois de Democracy Has Been Detected, focado na influência da tecnologia de inteligência artificial na democracia, este projeto centra-se no potencial da manipulação, poder e discurso populista.


Diogo Freitas nasceu em 1996, em Famalicão. Iniciou a sua formação em Lisboa, no Teatro da Trindade. Prosseguiu os estudos na ACE – Academia Contemporânea do Espetáculo e mais tarde licenciou-se na ESMAE – Escola Superior de Música de Artes do Espetáculo. Como ator trabalhou com Rogério de Carvalho, Ana Luena, Jorge Pinto, Pedro Galiza, Carlos Pimenta, João Garcia Miguel e Simão Pais. A sua primeira criação foi em 2019, Dilúvio, a partir de textos de Ricardo Neves-Neves. Em 2020 ganhou a Bolsa de Criação O Espaço do Tempo/Fundação la Caixa, com o espetáculo Como Perder Um País. É diretor artístico da estrutura Momento — Artistas Independentes.

Momento — Artistas Independentes é uma estrutura de criação, fundada por Daniel Silva e Diogo Freitas, que nasce da pluralidade de dois jovens artistas com vontade de criar uma identidade enquanto artistas pensadores. O Grande Deus Pã com encenação de Pedro Galiza, que teve a sua estreia na Casa das Artes de Famalicão, abre a jornada desta estrutura. A direção artística está a cargo de Diogo Freitas. Já fizeram textos de Jacinto Lucas Pires, Fernando Pessoa, Filipe Gouveia, entre outros. Já passaram por casas como a Casa das Artes de Famalicão, Teatro Viriato, Teatro Diogo Bernardes. Nos últimos dois anos foram apoiados pela DGArtes para a trilogia Democracia e os Filhos dos Anos 90.

Novembro

12/11 sex 19:30
13/11 sáb 19:30

RIVOLIPalco do Grande Auditório

Teatro
Preço 9€
Duração 1:30min
Classificação etária 12+
Interpretação em Língua Gestual Portuguesa Sessão dia 12 de novembro

folha de sala (pdf)

Criação Diogo Freitas, Filipe Gouveia
Encenação Diogo Freitas
Dramaturgia Filipe Gouveia
Interpretação Carlos Correia, Daniel Silva, Gabriela Leão, Joana Martins
Composição e desenho de som Paulo Pires
Desenho de luz Pedro Abreu
Figurinos Ana Catarina Silva
Espaço cénico Diogo Freitas, Pedro Abreu
Coreografia Daniela Ferreira
Acompanhamento fotográfico Simão do Vale Africano Pais
Residências artísticas Circolando, fAUNA | habitat de criação - Teatro da Didascália, Junta de Freguesia de Joane, Armazém 22
Apoio ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, Teatro do CalaFrio, Argatintas, Ribeira Sal
Construção de cenografia Carlos Abreu
Teaser Os Fredericos
Produção Momento — Artistas Independentes
Coprodução Teatro Municipal do Porto, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana, Bolsa de Criação O Espaço do Tempo, com o apoio da Fundação "la Caixa" — BPI
Projeto financiado pelo Programa de Apoio à Criação da Direção-Geral das Artes - Ministério da Cultura

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