Sex
20
Sáb
21
Sinopse
Oito pessoas resistem e sobrevivem num mundo violento e em colapso. Enquanto fazem uma grande travessia a pé, abrem espaço para a imaginação e para o encantamento, como um circo decadente com artistas melancólicos, mas plenos de esperança. E cantam. Cantam para espantar os seus males, para aliviar. Cantam como Gal Costa no álbum Cantar, lançado em 1974, no auge da ditadura militar no Brasil. Cantam um grito de liberdade, em tempos de guerras, intolerância e violência, quando sociedades e os seus Estados regressam a políticas autoritárias, de silenciamento e morte. Cantam ainda que o circo fique sem lona, que o mar invada as cidades, que a humanidade desaprenda a amar. Viver é muito perigoso, tal como estar em coletivo, quando as diferenças e dissonâncias provocam crises, opressões, conflitos, mas também novas compreensões sobre o que é “com-viver”. Que concessões podem abrir para caminhar em conjunto? — Francisco Thiago Cavalcanti & um cavalo disse mamãe
exílio
refúgio
Informação adicional
- Preço
7€
- Duração
1h20
- Classificação etária
12+
- Informação adicional
Falado em português e inglês
Acessibilidades do espetáculo
Acessível a pessoas em cadeira de rodas
Texto
Texto biografia autores
Francisco Thiago Cavalcanti (1984) é brasileiro, artista de dança, teatro e performance, com bacharelato em dança, mestrado em educação, doutoramento em literaturas e culturas modernas. É queer, não-branco, neurodiverso. Começou a sua trajetória artística aos 9 anos. É fundador e diretor artístico do coletivo independente, multidisciplinar e transfronteiriço, um cavalo disse mamãe, sediado em Lisboa. Vive entre Portugal e Brasil. Pesquisa, entre outras coisas, o comportamento animal não-humano, as suas poéticas e simbologias, o teatro físico e a dança-teatro. No Rio de Janeiro, colaborou sete anos com a coreógrafa, Lia Rodrigues. Essa experiência ecoa fortemente no seu trabalho autoral. As peças que criou incluem Contra a espada (2005), Cabíria corta o cabelo (2013), Mãe (2015), Um corpo foi achado (2018), Também se matam cavalos (2022), Quando eu morrer me enterrem na floresta (2023) e 52blue (2024).
um cavalo disse mamãe é um coletivo independente, multidisciplinar e transfronteiriço, que surgiu em Portugal em 2022 a partir do encontro de Francisco Thiago Cavalcanti, Piero Ramella, Bárbara Cordeiro e Francisca Pinto. No contexto do Programa Avançado de Criação em Artes Performativas 5, promovido pelo Forum Dança e que teve, nesta edição, a curadoria do coreógrafo e pesquisador João Fiadeiro, os quatro artistas criaram a peça Também se matam cavalos, e desde então desenvolvem um trabalho de investigação continuada que aborda entre outros temas a condição humana e animal em uma relação dialógica, poética e simbólica.
um cavalo disse mamãe é um coletivo independente, multidisciplinar e transfronteiriço, que surgiu em Portugal em 2022 a partir do encontro de Francisco Thiago Cavalcanti, Piero Ramella, Bárbara Cordeiro e Francisca Pinto. No contexto do Programa Avançado de Criação em Artes Performativas 5, promovido pelo Forum Dança e que teve, nesta edição, a curadoria do coreógrafo e pesquisador João Fiadeiro, os quatro artistas criaram a peça Também se matam cavalos, e desde então desenvolvem um trabalho de investigação continuada que aborda entre outros temas a condição humana e animal em uma relação dialógica, poética e simbólica.
Ficha técnica
- Criação, performance e direção
Francisco Thiago Cavalcanti
Cocriação e interpretação
António Bollaño, Bárbara Cordeiro, Clarissa Rêgo/Leo Lopes, Francisca Pinto, Mayara Baptista, Sara Paternesi, Yaw Tembe
Colaboração na criação
Daniel Pizamiglio e Piero Ramella
Assistente de direção
Francisca Pinto
Música original
Mayara Baptista e Yaw Tembe
Técnico de som
Francisco Monteiro
Desenho de iluminação e direção técnica matéria leve
Ska Batista e Josefa Pereira (criação), Leticia Skrycky (acompanhamento e mentoria), Naiana Padial (escrita sobre o projeto lumínico)
Preparação vocal
Laya
Olhar externo
Ntando Cele
- Documentação e social media
Walesca Timmen
Fotos
Walesca Timmen e Sara Giraldo
Produção executiva
Sinara Suzin (Alkantara)
Produção
Alkantara e Culturgest
Coprodução
Alkantara, Teatro Municipal do Porto
Apoio à criação
OPART, E.P.E./ESTÚDIOS VICTOR CÓRDON
Coprodução em residência
O Espaço do Tempo
Com o apoio
Fundação Calouste Gulbenkian, Goethe Institut - Culture Moves Europe, La Caldera, Companhia Instável, Central Elétrica, PAF (Performing Arts Forum), Forum Dança, Centro Cultural da Malaposta, Ilê do Mestre Peixinho, N´goma Capoeira Angola







