Gonçalo Amorim & Paulo Furtado / Teatro Experimental do Porto (TEP) - © DR

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Novembro

6 Sex 21.00h 7 Sáb 19.00h 8 Dom 17.00h

RIVOLI Grande Auditório

9.00€ • 1.30h • >12

Gonçalo Amorim & Paulo Furtado / Teatro Experimental do Porto (TEP)

ESTRO / WATTS
Poesia da idade do Rock

Teatro
Estreia
Gonçalo Amorim & Paulo Furtado / Teatro Experimental do Porto (TEP) - © DR

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Estro, do latim oestrus, significa inspiração, entusiasmo, fúria poética. Estro é também o título para um espetáculo com direção de Gonçalo Amorim e Paulo Furtado. O Teatro Experimental do Porto, companhia residente no Teatro Campo Alegre, através do programa Campo Aberto, e presença habitual na temporada do Teatro Municipal do Porto, propõe-se explorar a dualidade da palavra rock e da prática poética. Tal como a Ilíada ou a Odisseia – que se sabe terem sido coletâneas de histórias que se iam contando nas praças, de heróis e de guerras, de paixões – o rock usou a palavra poética para gritar na esfera pública a vida, para convocar todos a falar acerca da morte, da guerra, de amores e desamores, da solidão, das selvas de betão, da experiência da classe trabalhadora e da opressão. Esta dimensão pública, que reúne gente à sua volta, que congrega, contrasta drasticamente com a introspeção que o ato poético exige tantas vezes. Na idade do rock fundou-se um novo lugar na esfera pública para a referência política e estética, um lugar que outrora era ocupado pelo teatro. O que é feito desse património? Onde estão os trovadores? Estro quer devolver ao estilo o estatuto de cancioneiro popular.


Gonçalo Amorim (Porto, 1976) é ator e encenador e em 2012 assumiu a direção artística do Teatro Experimental do Porto, onde era encenador residente desde 2010. É também Diretor Artístico do FITEI desde 2014.
Paulo Furtado (Moçambique, 1970) é fundador e compositor dos projetos The Legendary Tigerman, WrayGunn e Tédio Boys. Compôs bandas sonoras para cinema e para teatro. Este é o terceiro projeto com o TEP.
O Teatro Experimental do Porto (TEP) é a mais antiga companhia teatral portuguesa e precursora do teatro moderno, tendo estreado o primeiro espetáculo em 1953. É uma das estruturas residentes do Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto.
  • Um Projeto de
    Gonçalo Amorim & Paulo Furtado 
    Tradução dos poemas e acompanhamento historiográfico
    João de Menezes-Ferreira 
    Encenação e conceção
    Gonçalo Amorim
    Direção musical e conceção
    Paulo Furtado
    Música original
    The Legendary Tigerman
    Intérpretes
    Ana Brandão, Diana Narciso, Hugo Inácio, Íris Cayatte, Pedro Almendra, Pedro Galiza, Susie Filipe
  • Artista convidado
    Filipe Rocha
    Cenografia e figurinos
    Catarina Barros
    Desenho de luz
    Nuno Meira
    Vídeo
    Luísa Sequeira
    Desenho de som
    Guilherme Gonçalves
    Produção
    Teatro Experimental do Porto
    Coprodução
    Teatro Municipal do Porto