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Sinopse

Coapresentação com Fundação Calouste Gulbenkian

Idio Chichava

Dzudza

Novembro

2026

Estreia nacional

Sex
13
Sáb
14

Sinopse

Dzudza nasce da poeira do Xiquelene, onde o corpo de Maputo respira em múltiplas línguas. Num tempo de fronteiras e deslocamentos, esta dança propõe o gesto de levantar: a voz, o movimento e a escuta. É uma celebração da vida em meio ao ruído, uma resposta luminosa. Nascida entre o chão da periferia e o pulso do centro, a peça afirma o corpo como território de resistência e comunhão. O canto inspirado nas inúmeras e variadas igrejas, brincadeiras e cantos populares, atravessa a cena como um mar que lava as almas, a memória e o tempo. Junto dele, a capulana que nos acompanha desde a nascença, que embala, acolhe e colore as nossas ações. Símbolo de identidade e afeto, dissolve fronteiras entre o masculino e o feminino, o local e o estrangeiro, o sagrado e o quotidiano.  —  Idio Chichava 

Este espetáculo envolve interação com o público. 




memória

afeto

identidade

celebração

comunhão

Duas intérpretes se equilibram segurando as mãos no centro do palco, iluminadas por luz azul.

© Ivan Barros

Um grupo de intérpretes, com figurinos translúcidos e estampados, ergue os braços num movimento coletivo.

© Ivan Barros

Um grupo de intérpretes lança tecidos estampados para o alto durante uma cena, com os braços estendidos.

© Ivan Barros

Um grupo de intérpretes em palco, em diferentes posições, numa composição coreografada com os braços erguidos. As roupas coloridas e translúcidas contrastam com o fundo escuro da cena.

© Ivan Barros

Info sobre horário e bilhetes

Sex

13.11

19:30

Sáb

14.11

19:30

RivoliGrande Auditório

bilhetes

Informação adicional

  • Preço 
    12€
  • Duração 
    1h15
  • Classificação etária 
    A classificar

Acessibilidades do espetáculo

Acessível a pessoas em cadeira de rodas
Acessível a pessoas em cadeira de rodas

Texto biografia autores

Idio Chichava é um bailarino, coreógrafo e diretor artístico moçambicano. Iniciou o seu percurso na dança em 2000, num grupo de dança tradicional moçambicana, e aprofundou a sua ligação à dança contemporânea através da Culturarte, a primeira companhia de dança contemporânea de Moçambique, e do programa Danças na Cidade. Mais tarde, integrou a companhia Kubilai Khan Investigations, em França, onde obteve também o Diplôme d’État francês. Regressou a Maputo, onde fundou a companhia Converge+. 
Entre as suas criações, destacam-se Xithukulumukumba (2011), Intolerância (2015), Inkino (2016), Yellow Fat Chaos (2017), Sentido Único (2019), Vagabundus (2021) e Vejo Anjos (2024). Colaborou com vários artistas, entre os quais Panaibra Gabriel, Lia Rodrigues, Horácio Macuácua, Cristina Moura, Thomas Hauert, David Zambrano, Frank Micheletti, Boyzie Cekwana, Qudus Onikeku, Marcel Gbefa, Djodjo Kasadi e Faustin Linyekula. Em 2024, foi um dos vencedores da primeira edição do Prémio Salavisa European Dance Award, atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian.  


Ficha técnica

  • Conceito e coreografia 
    Idio Chichava 

    Assistência à coreografia e direção de ensaios 
    Osvaldo Passirivo 

    Interpretação 
    Açucena Chemane, Arminda Teimezira, Calton Muholove, Cristina Matola, Fernando Machaieie, Judite Novela, Martins Tuvanji, Mauro Sigauque, Nilégio Cossa, Paulo Inacio, Patrick Manuel, Stela Matsombe, Vasco Sitoe 

    Direção técnica 
    Francisco Baloi 

    Gestão de digressão 
    Silvana Pombal 

    Coprodução 
    Converge+ and Yodine 

    Parcerias 
    Companhia Nacional de Canto e Dança (CNCD), KINANI - Plataforma de Dança Contemporânea, Paris Dance Project, Châteauvallon Liberté 


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