Sex
9
Sáb
10
Sinopse
Durante cerca de uma hora, sempre com momentos de interação com o público, sucedem-se canções alegres, com mensagens importantes, numa abordagem tão inteligente quanto engraçada dos temas quotidianos e do universo verde que nos rodeia; rimas, histórias, rap e jogos de palavras, sobre batidas coloridas e acompanhadas por diversos instrumentos tocados ao vivo. Ter a “mão verde” nasce da tradução de uma expressão francesa, que significa ter jeito para as plantas e talento para a jardinagem. Assim sendo, o “Mão Verde” é a celebração desse cuidado e serve para inspirar pequenos jardineiros.
Capicua nasce no Porto, onde aos 15 descobre o hip-hop. Socióloga, doutorada em Geografia, é sobretudo uma rapper militante.
Com duas mixtapes, dois álbuns editados (Capicua, 2012; Sereia Louca, 2014) e um disco de remisturas (Medusa, 2015), tem somado uma vasta lista de concertos pelo país e conquistado um público diverso e o reconhecimento da crítica. Conhecida pela sua escrita emotiva e politicamente engajada, pela espontaneidade e por uma clara atitude feminista, conta já com uma longa lista de colaborações, conferências, projetos sociais e workshops, sempre em torno da palavra e da música. De assinalar é também o seu curto, mas marcante, percurso como letrista.
Pedro Geraldes nasceu em Lisboa em 1981. Desde novo que vive fascinado pela música e pelo skate. Na cena punk encontrou amigos, inspirado pelos discos do primo mais velho e da música em família, fez da guitarra a sua primeira namorada. Estudou jazz e informática, tirou o mestrado em design de som, viveu em Barcelona, interessou-se por fotografia e por vídeo, entre muitas outras coisas. Mais recentemente, divide o seu tempo, como músico, entre a sua banda Linda Martini, o projeto Mão Verde e na produção de beats e riffs.
Capicua nasce no Porto, onde aos 15 descobre o hip-hop. Socióloga, doutorada em Geografia, é sobretudo uma rapper militante.
Com duas mixtapes, dois álbuns editados (Capicua, 2012; Sereia Louca, 2014) e um disco de remisturas (Medusa, 2015), tem somado uma vasta lista de concertos pelo país e conquistado um público diverso e o reconhecimento da crítica. Conhecida pela sua escrita emotiva e politicamente engajada, pela espontaneidade e por uma clara atitude feminista, conta já com uma longa lista de colaborações, conferências, projetos sociais e workshops, sempre em torno da palavra e da música. De assinalar é também o seu curto, mas marcante, percurso como letrista.
Pedro Geraldes nasceu em Lisboa em 1981. Desde novo que vive fascinado pela música e pelo skate. Na cena punk encontrou amigos, inspirado pelos discos do primo mais velho e da música em família, fez da guitarra a sua primeira namorada. Estudou jazz e informática, tirou o mestrado em design de som, viveu em Barcelona, interessou-se por fotografia e por vídeo, entre muitas outras coisas. Mais recentemente, divide o seu tempo, como músico, entre a sua banda Linda Martini, o projeto Mão Verde e na produção de beats e riffs.
Info sobre horário e bilhetes
Sex
9.12
15:00
Sáb
10.12
16:00
Campo AlegrePalco do Auditório
Informação adicional
- Crianças e Grupos Escolares 2,00 eur • Adultos 5,00 eur • M⁄3
⁄
Duração aprox. 50 mins
Texto biografia autores
Ficha técnica
- Voz Capicua
Programações, Guitarra, Baixo, Teclas e Percussão Pedro Geraldes
Som Ivo Magalhães
Luz Virgínia Esteves
Road Manager Mário Castro
Agenciamento Radar dos Sons
Autoria Letras Capicua
Música e Arranjos Pedro Geraldes
Uma encomenda do São Luiz Teatro Municipal – Dezembro de 2015



