Teatro Municipal do Porto

O Teatro Municipal do Porto, através dos seus dois pólos, Rivoli e Campo Alegre, apresenta um programa multidisciplinar, aberto a várias latitudes e a diversos tipos de público, executando a estratégia implementada pelo Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto desde a sua reabertura em setembro de 2014. O equilíbrio entre o que se faz na cidade, o que circula no país e o que de internacional apresentamos no Porto, faz deste Teatro um verdadeiro lugar de descobertas e confirmações artísticas. Um sítio onde diferentes abordagens são programadas e apresentadas em múltiplas escalas.  
Teatro Rivoli

Teatro Rivoli

Em 1913 foi inaugurado com a nomenclatura de Teatro Nacional. Nos anos seguintes, mudanças no centro urbano obrigaram a repensar e modernizar o imóvel, e, assim, em 1932, nascia o Teatro Rivoli, remodelado, adaptado ao cinema e com programação de ópera, dança, teatro e concertos. O projeto arquitetónico é da responsabilidade do Arquiteto e Engenheiro Júlio Brito. Em 1994, o Teatro fechou para uma total remodelação, com projeto do Arquiteto Pedro Ramalho. Em outubro de 1997, o Rivoli reabriu as suas portas sob a direção de Isabel Alves Costa. Atualmente, o Rivoli acolhe programação nacional e internacional do Teatro Municipal do Porto, bem como alguns dos grandes eventos da cidade, com particular enfoque nas áreas da dança, teatro, música, marionetas, circo contemporâneo e cinema.
Teatro Campo Alegre

Teatro Campo Alegre

O Teatro Campo Alegre foi projetado pelo arquiteto Rogério Cavaca e após a sua construção, em 2000, passou a ser gerido pela já extinta Fundação Ciência e Desenvolvimento (FCD). O edifício dispõe de quatro salas (Auditório, Café-Teatro, Cine-Estúdio e Sala-Estúdio) e três apartamentos equipados para residências artísticas, dois de tipologia T1 e um T3. Atualmente, o Teatro Campo Alegre apresenta-se como o pólo experimental do Teatro Municipal do Porto, um laboratório criativo que alberga artistas de várias latitudes e oito companhias da cidade em residências de curta e longa duração, no âmbito do programa Campo Aberto que, mais tarde, apresentarão as suas criações resultantes destes momentos de trabalho.

Projeto

A reativação do Teatro Municipal do Porto foi apresentada, ainda em campanha eleitoral, como prioridade estratégica de Rui Moreira para o quadriénio 2013-2017. Neste sentido, o Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto concebeu um projeto para o Teatro Municipal que consolidou ao longo do primeiro semestre de 2014, inaugurando-o oficialmente a 12 de Setembro de 2014 com a reabertura de um dos seus polos – símbolo das artes de palco da cidade e do país – o Teatro Rivoli.
O Teatro Municipal do Porto cumpre hoje a missão que para ele definimos: apresentar, nos seus dois polos, o Teatro Campo Alegre e o Teatro Rivoli, uma programação direcionada para a dança ainda que interdisciplinar, particularmente atenta aos criadores e agentes culturais da cidade do Porto, parceiro dos principais palcos nacionais e consistentemente relacionado com a criação contemporânea internacional.
Com um novo diretor de programação, o Teatro Municipal do Porto foi reconstruído à imagem da sua cidade, sendo hoje um projeto participado, crítico, enraizado na cultura local e simultaneamente aberto ao mundo.

Programa

O programa desenvolvido para o Teatro Municipal do Porto tem como base o projeto definido pela Câmara Municipal do Porto para os dois polos do Teatro Municipal: Rivoli e Campo Alegre. 
Ancorado em três eixos principais – Programação, Paralelo e Campo Aberto – o Teatro Municipal do Porto apresenta uma programação exigente a nível artístico, trabalhando de forma atenta aos contextos local, nacional e internacional.
A Programação tem uma forte incidência na Dança, com presença significativa de outras áreas artísticas. Por isso, o Teatro, a Música, o Cinema e a Literatura são territórios sistemáticos na programação.
A programação internacional na Dança, no Teatro e na Música reforçam uma oferta na cidade no que diz respeito à circulação internacional dos artistas contemporâneos mais consagrados da atualidade.
A nível nacional, o trabalho com as companhias e com os artistas centra-se na coprodução de novas criações e na difusão de repertório. No que diz respeito às coproduções, o Teatro Municipal do Porto dá especial atenção às companhias locais, permitindo um trabalho mais sólido e aprofundado destas estruturas. Com uma média de 30 coproduções anuais, o Teatro Municipal do Porto assume-se assim como um dos principais promotores nacionais de criação no campo das artes performativas.
Foi também a pensar nas companhias, projetos e artistas da cidade, e no apoio ao trabalho que desenvolvem, que criámos o Campo Aberto — Programa de Residências Artísticas. Um programa que se desenvolve nos dois polos do Teatro Municipal (Rivoli e Campo Alegre), onde se acolhem residências de longa e de curta duração, das quais resultam momentos públicos de apresentação.
Todo este trabalho se materializa com a presença e a participação dos públicos do Teatro Municipal do Porto. É através do Paralelo – Programa de Aproximação às Artes Performativas que se desenvolvem um conjunto de ações conectadas com a programação, no âmbito da mediação e formação de públicos.
Este equilíbrio entre o que se faz na cidade, o que circula no país e o que de internacional se apresenta no Porto, faz então deste Teatro um verdadeiro lugar de descobertas e confirmações artísticas, onde o risco e a consagração estão em permanente diálogo.

Equipa

CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO

PRESIDENTE
Rui Moreira

TEATRO MUNICIPAL DO PORTO
RIVOLI E CAMPO ALEGRE

DIREÇÃO
Direção Artística
Tiago Guedes
Direção Executiva
Francisca Carneiro Fernandes
Coordenação Artística
Francisco Malheiro
Coordenação Administrativa
Pedro Silva
Ass. de Direção 
Ana Sousa
Ass. Administrativa de Direção 
Patrícia Ferreira
Secretariado de Direção 
Rosa Bastos
PROGRAMAÇÃO
Direção
Tiago Guedes
Assistente de Programação
Cristina Planas Leitão
Quintas de Leitura
João Gesta
PROGRAMA PARALELO
Mediação de Públicos e Serviço Educativo 
Rute Pimenta
Jonathan da Costa
Pedro Galante
PRODUÇÃO
Coordenação
Marina Freitas
Chefe de Produção
Cristina Oliveira
Produção Executiva
Tânia Rodrigues
Daniela Costa
Bryan Morgado
Catarina Mesquita
Vera Miranda
Margarida Carronda
COMUNICAÇÃO
Coordenação
José Reis
Conteúdos
Leonor Tudela
Online
Francisco Santos
Assessoria de Imprensa
Bruno Malveira (The Ugly Duckling Agency)
FRENTE DE CASA E BILHETEIRAS
Coordenação
Vânia Ferreira
Assistente
Vitor Hugo Sousa
Bilheteiras
Maria da Glória Ribeiro
Mariana Ruivo
Catarina Ferreira
Diana Festa
APOIO ADMINISTRATIVO
Elisabete Veiga
TÉCNICA
Coordenação 
Francisco Teles
Assistente de Coordenação
Luísa Osório
Assistente Administrativa de Coordenação
Vanessa Freitas
Direção de Cena
Gonçalo Gregório
Vanessa Santos
Adriana Brandão
Som
Tiago Ralha (Chefe de Equipa)
Ricardo Cabral
Tiago Pinto
Luís Carlos Pereira
Luz
Romeu Guimarães (Chefe de Equipa)
Luís Silva
Rui Barbosa
Manuel Alão
Mariana Rêgo
Maquinaria
António Silva (Chefe de Equipa)
João Queirós
Paulo Pereira
Marco Silva
Nuno Brandão
Audiovisuais
Emanuel Malveira
MANUTENÇÃO
Coordenação
João Bastos
Técnicos de manutenção
Francisco Choupina
Jorge Soares
João Garcia
André Gomes

APOIO INFORMÁTICO
DMSI / Paulo Moreira

DDD — FESTIVAL DIAS DA DANÇA

Gestão de Projeto
Carla Moreira (Coordenação Geral), Vítor Pinto

DESIGN
www.eduardoaires.com
Pedro Bento (Motion Design)

FOTOGRAFIA
José Caldeira

VÍDEO
a-tundra

SEGURANÇA
Securitas

LIMPEZA
Iberlim
REDES DE PROGRAMAÇÃO

REDES DE PROGRAMAÇÃO

Por iniciativa da Maison de la Danse e da Bienal de Dança de Lyon, várias estruturas europeias decidiram unir esforços: o Teatro de Liège, o Teatro Municipal do Porto, o Festival GREC em Barcelona, a Maison de La Danse e a Bienal da Dança de Lyon. Estas são estruturas coreográficas de primeira linha, sendo que cada uma delas organiza um festival. Esta associação pretende desenvolver intercâmbios nos respetivos programas, promover a circulação de artistas a nível europeu e desenvolver coproduções e várias ações nas diferentes cidades.
Rede 5 Sentidos
A rede 5 Sentidos foi criada em 2009, no âmbito do QREN 2007-2013, com o intuito de promover a programação cultural e a produção artística em rede. Os equipamentos que integram esta rede de programação cultural são: Teatro Municipal do Porto (Porto), Teatro Viriato (Viseu), Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), Teatro Micaelense (Ponta Delgada), Teatro Municipal da Guarda, Teatro Nacional São João (Porto), Cine-Teatro Louletano (Loulé) e São Luiz Teatro Municipal (Lisboa).
Moving Borders
O Teatro Municipal do Porto é um dos parceiros envolvidos no projeto internacional Moving Borders, dirigido pelo Hellerau - European Centre of the Arts (Dresden, Alemanha) e partilhado com relevantes instituições artísticas europeias. Além do Teatro Municipal do Porto participam também: Le Maillon (Estrasburgo, França), Ringlokschuppen (Ruhr, Alemanha), Spring Performing Arts Festival (Utrecht, Holanda), Performing Arts Institute (Varsóvia-Polónia) e Onassis Cultural Centre (Atenas, Grécia). Num período em que as fronteiras se tornaram particularmente visíveis à escala global e local, a iniciativa pretende encontrar modos comuns de problematizar e fazer mover essas barreiras, testando novos modelos de cooperação artística internacional.

Contactos

Teatro Rivoli

Terça-feira a Sexta-feira13h00 – 22h00
Sábado e Domingo14h30 – 22h00 
Telefone+351 22 339 22 01
MoradaPraça D. João I, 4000-295 Porto

Teatro Campo Alegre

Segunda-feira a Domingo14h30 – 19h00 e 19h30 – 22h30
Telefone+351 22 606 30 00
MoradaRua das Estrelas s/n, 4150-762 Porto

Teatro Municipal do Porto

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Paralelo

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Conteúdos e Divulgação

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