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Sinopse
Entre um encontro íntimo e a magia do palco há muita coisa, mas qual a menor distância entre essas duas instâncias? Pai para Jantar é um jogo entre Gaya, Gil e o público, que tenta esmiuçar a masculinidade de forma poética e bem-humorada. A performance brinca com os modos como agenciamos palavras, afetos e arquétipos ao redor da ideia de “ser homem”. Feita em grupos pequenos, a performance sugere um caminho subjetivo em direção ao lastro dos nossos pais que perdura na nossa personalidade e que está na base de muitos desejos e fracassos. Um encontro entre uma mulher-talho e um minotauro que se perdeu no seu próprio labirinto. — Gaya de Medeiros
Gaya de Medeiros tem 31 anos e é natural do Brasil. Frequentou o curso de de Cinema de Animação na Universidade Federal de Minas Gerais, no Brasil. Estudou ballet clássico, dança contemporânea, teatro e dramaturgia. Durante 9 anos, foi bailarina da Cia de Dança do Palácio das Artes, no Brasil. Em Portugal, colaborou com Tiago Cadete, Sónia Baptista, Gustavo Ciríaco, Alex Cassal e Daniel Gorjão. Encenou dois espetáculos, BAqUE e Atlas da Boca, que foi eleito um dos melhores espetáculos de 2021 pelo jornal Expresso. Fundou a BRABA.plataforma que visa apoiar, viabilizar e financiar iniciativas protagonizadas/direcionadas para a comunidade Trans.
Gil Dionísio (1988) é artista multidisciplinar e autodidata em várias áreas, tais como escrita, vídeo, filme, teatro e a música. É fundador de uma editora e de uma web rádio, ambas dedicadas às artes underground. Como artista, multiplica-se em várias vertentes: produtor, promotor, realizador, editor, designer, compositor, intérprete, criador e performer (edição e design, pelas mãos de António Gil). Além do trabalho a solo, com Contos e Lenga Lendas, Sons de Embalar ou só com o violino ou ao piano, encontra-se também em grupos, como frontman, compositor e letrista como os Pás de Problème, a Ligadura e a Criatura. Na última década, surge no teatro e na dança em encontros regulares com Clara Andermatt, João Garcia Miguel, Sara Ribeiro ou Miguel Borges.
Gaya de Medeiros tem 31 anos e é natural do Brasil. Frequentou o curso de de Cinema de Animação na Universidade Federal de Minas Gerais, no Brasil. Estudou ballet clássico, dança contemporânea, teatro e dramaturgia. Durante 9 anos, foi bailarina da Cia de Dança do Palácio das Artes, no Brasil. Em Portugal, colaborou com Tiago Cadete, Sónia Baptista, Gustavo Ciríaco, Alex Cassal e Daniel Gorjão. Encenou dois espetáculos, BAqUE e Atlas da Boca, que foi eleito um dos melhores espetáculos de 2021 pelo jornal Expresso. Fundou a BRABA.plataforma que visa apoiar, viabilizar e financiar iniciativas protagonizadas/direcionadas para a comunidade Trans.
Gil Dionísio (1988) é artista multidisciplinar e autodidata em várias áreas, tais como escrita, vídeo, filme, teatro e a música. É fundador de uma editora e de uma web rádio, ambas dedicadas às artes underground. Como artista, multiplica-se em várias vertentes: produtor, promotor, realizador, editor, designer, compositor, intérprete, criador e performer (edição e design, pelas mãos de António Gil). Além do trabalho a solo, com Contos e Lenga Lendas, Sons de Embalar ou só com o violino ou ao piano, encontra-se também em grupos, como frontman, compositor e letrista como os Pás de Problème, a Ligadura e a Criatura. Na última década, surge no teatro e na dança em encontros regulares com Clara Andermatt, João Garcia Miguel, Sara Ribeiro ou Miguel Borges.
autocuidado
alteridade
disrupção
Informação adicional
- Preço 7€
Duração 1h
Classificação etária 16+
Texto biografia autores
Ficha técnica
- Criação, textos e performance Gaya de Medeiros e Gil Dionísio
Conceção Gaya de Medeiros
Música Gil Dionísio
Figurino Raphael Fraga
Espaço cénico e iluminação Tiago Cadete
Assistência dramatúrgica Alex Cassal
Gestão financeira Marta Moreira
Produção Carol Goulart



